sexta-feira, julho 22, 2011

Entrevista Mês de Julho/11


REVISTA JORRES
ENTREVISTAS & CONQUISTAS

10ª Edição: Julho/2011

 Kauê Oliveira de Souza

"Ganhador da Promoção Entrevistas&Conquistas - Quem como Deus?, nosso amigo e irmão Kauê partilha conosco como é ser pescador de jovens, por uma coordenação frutuosa e uma esperança de ver todos os jovens conhecendo a Deus!"


J: Quem é o Kauê?

K: Nasci em São Bernado do Campo, depois vim morar em Taboão da Serra, na minha infância sempre fui muito tímido, ficava a maior parte do tempo sozinho. Eu era muito zuado na escola porque era alto, era magro, calçava 44, tirava nota boa e porque eu não sabia jogar futebol. Quando chegava em casa eu chorava, chorava e chorava. Depois, quando entrei na Igreja eu mudei bastante, comecei a conversar mais e me relacionar melhor com as pessoas. As pessoas normalmente não sabem bem o que eu faço e do que eu trabalho. Mas o Kauê é uma pessoa que gosta bastante de desenhar, de ver filmes, gosto de sonhar bastante. Comecei minha história na Igreja basicamente no Crisma, só estava na Igreja para tocar, fazia parte da Liturgia, e depois fui fazer o TLC. Depois que eu fiz TLC, o grande momento da minha vida, eu passei apenas um ano sem estar diretamente na coordenação e as pessoas começaram a passar muitas responsabilidades para mim. Por conta disso, eu tenho muitos compromissos, e as pessoas às vezes acham que só vivo na Igreja. Eu tenho toda uma vida fora da Igreja. Eu trabalho estudo, gosto de sair... Já fiz muitos cursos, desde o início da minha caminhada. Há determinadas épocas do ano que não me sobra tempo para fazer algumas coisas, como por exemplo, em final de semestre e perto de Festas da Igreja. E pessoalmente, eu gosto de sair, de músicas, de Michael Jackson, de Samba, aqueles das antigas... só não dá tempo.

J: E a sua família, o que acha de tantos compromissos assim?

K: Hoje eles são mais acostumados. Eu comecei tocando na Liturgia nas Missas de Quinta-Feira, então toda Terça-Feira tinha ensaio, no sábado ia à Crisma e no domingo ia à Missa. O tempo foi passando e eu comecei a freqüentar o Grupo de Jovens, e fui assumindo cada vez mais as coisas dentro da Igreja. Meus pais sempre perguntavam “nossa, de novo!?”. E meu pai sempre dizia que não era pecado faltar pelo menos uma vez. Hoje eles entendem um pouco mais... Minha mãe só não gosta muito dos horários. Eles me ligam e perguntam se eu vou pra algum lugar, se eu não for, eu saio com eles, mas se eu digo que vou, eles entendem. Mas mesmo assim continuam preocupados, principalmente com a correria e com a minha saúde.

J: Você foi o ganhador do nosso concurso QUEM COMO DEUS? Como você se sente por ter ganhado?

K: Eu fiquei com muita vergonha, porque primeiro que eu não estou presente no Jorres... (risos), mas como eu já falei, eu só não venho porque não dá tempo. Eu fiquei bem feliz na verdade, porque aqui dá pra mostrar quem nós somos. Eu comecei a escrever uns textos a um tempo atrás que falam que “Coordenador também é gente”. Às vezes as pessoas criam uma imagem sua que não é verdade. Elas têm uma imagem do Evento, do Retiro, da Música e acabam não me conhecendo. Eu acho legal as Entrevistas do Jorres porque mostram quem são as pessoas, então eu gosto de ler, e sempre leio todas, porque ali você vê quem é cada uma, e não só os “títulos”.
 
J: E o Kauê no servir a Deus?

K: Eu me cobro muito! Sempre me cobrei demais, porque sempre busquei pra minha caminhada exemplos. Lembro quando estávamos voltando do TLC, estávamos cantando no ônibus, naquela alegria depois do TLC, né? (risos). E o Edivan começou a gritar: “PÁRA, PÁRA, PÁRA!”. Ai eu já pensei: "lá vem a pessoa chata da Igreja querendo cortar a alegria de todo mundo". Mas o Edivan disse: "A minha priminha de 5 anos canta mais do que todos vocês juntos". E o pessoal foi à loucura. Aquilo me fez querer ir mais além, por aquela alegria dele. Desde então eu passei a admirar o Edivan, mas também a Renata, o Roberto, o Huanderson. E eu até pensei que eu deveria ser igual a eles, mas descobri que eu não posso ser igual a eles, porque eu tenho que ser eu mesmo. E sempre estou em busca de mudanças na minha vida para poder servir bem a Deus.

J: Você é coordenador paroquial da juventude e coordenador dos Arcanjos. O que você tem a dizer dessas juventudes?

K: Em relação aos Arcanjos, um ano depois do meu TLC eu entrei na coordenação, porque a Thalita foi viajar por 40 dias. E eu ainda estava aprendendo a conhecer os jovens. E os jovens da Nossa Senhora das Graças me ensinaram a me preocupar mais com os jovens. Mas durante algum tempo depois que eu entrei para a coordenação paroquial, eles ficaram em segundo plano. Comecei a me preocupar com os jovens do Crisma, com a Juventude Paroquial... Porque eu pensava que os que estão do meu lado, estão bem, que eu tinha que ir àqueles que estavam longe de mim. Mas há algum tempo, eu percebi que não é bem assim, que tinha que ser diferente e que eu precisava fazer alguma diferença dentro dos Arcanjos. Algo que eu nunca esqueço, é que uma vez, uma das meninas brigou com os pais e, ela estava na rua. Quando acabou a Missa começamos a conversar e ela disse que tinha brigado com os pais e ficamos conversando até meia-noite. Levamos para a casa de uma das pessoas que estavam conosco. A partir daquele momento, percebi que eu precisava fazer a diferença na vida deles. A Juventude Paroquial é muita de fases. Quando o Edivan, a Renata, o Roberto e o Alex saíram da coordenação, eu me vi pilotando um avião, mas não sabia o que fazer. Foi o momento mais difícil da coordenação. Por conta disso, sempre foi mais difícil e requeria mais cuidado no trabalho da juventude paroquial, pois cada comunidade tem a sua realidade de juventude. E foi exatamente por isso que eu deixei os Arcanjos um pouco de lado e passei a olhar e me preocupar mais com a juventude paroquial, pois não tinha mais do meu lado nem a Renata, nem o Edivan. E ainda se eu estou em algum lugar, e alguém pergunta se sou coordenador de juventude e de TLC, e o Edivan está ali por perto, eu aponto pra ele e digo: "Não, o coordenador é ele". Eu não consigo estar no mesmo lugar que eles e achar que eu sou coordenador. Para mim eles serão os eternos coordenadores. Na coordenação, eu também vivi algumas fases: Tive a fase do nariz empinado (que foi a época que a Renata e o Edivan ainda estavam na coordenação). E tive a fase do desespero (quando eles saíram), porque eu pensava que não conseguiria dar conta da Juventude, do TLC e de tantas outras coisas e eu olhava para algumas pessoas e achava que essas pessoas tinham mais condições e merecimentos do que eu para estar na coordenação. Mas hoje eu gosto de ser coordenador, da amizade com o jovem e essa responsabilidade de sempre estar por perto. É claro que isso me tirou muitos filmes no cinema (risos), mas é consequência de um sim que eu dei lá atrás.

J: O que é o TLC na sua vida?

K: Eu falo que não dá pra falar de mim sem falar do TLC! Eu entrei na Igreja por causa da Música, pra aprender tocar bateria. Aprendi a tocar bateria, percussão e violão.  E eu gostava de tocar nas missas principais (risos). Eu não conhecia o que era o Servir, tocava por tocar, então eu queria me aparecer. Mas os dias 26, 27 e 28 de Novembro de 2004 para mim foi inesquecível. Lembro que nos encontrões que tiveram depois do TLC, eu faltei nos dois seguintes, mas porque eu sai com a minha família, então aposto que os dirigentes falaram “xi, aquele ali já era”, mas é que  naquela época eu ainda saia com eles. Mas eu fui em todas as formações e estava convicto de que eu queria trabalhar no TLC e as formações que me levantavam sempre que aconteciam alguns problemas ou quando eu estava passando por alguma dificuldade. E assim eu fui e trabalhei nesse TLC e ali eu me senti útil para alguém. E aquilo modificou totalmente o meu servir. Hoje sempre que tem algo relacionado ao TLC, festas em prol ao TLC, eu busco ajudar, porque foi o TLC que me resgatou que transformou a minha vida. As ações de Deus através do TLC modificaram a minha vida então sempre que eu tiver a oportunidade de ajudar eu vou ajudar, seja com um e-mail, ou em alguma festa... E aliás, eu fui o primeiro baterista da Paróquia São Pedro em um TLC.

J: Fale um pouco sobre o Effatha, e como foi sua entrada?

K: Foi no Effatha que eu aprendi a ser músico e músico de Deus. Eles sempre me ensinam muito. Eu aprendi também a conhecer as pessoas... Porque quando eu entrei, o Effatha já tinha sido formado, e já estava saindo para alguns lugares fazendo apresentações, e eu fui conhecendo pessoas de Deus em outros lugares. Isso foi logo após o meu TLC, depois de um Festival que eu fui vê-los tocar, a Débora me chamou para entrar para o Ministério. Eu sei que às vezes eu acabo deixando-os um pouco na mão, pois às vezes tem ensaio do Effatha, mas eu tenho reunião... Nem sempre dá para conciliar, mas busco estar presente com eles, nem que seja por e-mail. Eles são músicos que estão juntos porque gostam de tocar juntos e não porque querem se aparecer como algumas pessoas achavam no início. O Effatha já entrou de “férias” algumas vezes e todas essas vezes eu achei que iria acabar, porém todas as vezes que nós voltávamos, voltávamos mais fortes. Começamos então a tocar em Retiros, Aprofundamentos... E descobri que é onde eu gosto de servir com eles.

J: O que você faz hoje, como é o seu trabalho, o Kauê profissional?

K: Eu sempre tive um sonho de ser piloto de avião, queria ser piloto comercial e fiz três anos de prova para a aeronáutica e não passei. E eu dizia: “Eu preciso fazer alguma”, e eu pensava que precisava arrumar um emprego bom, juntar um dinheiro e pagar as horas de vôo, aliás, as provas da aeronáutica, era justamente porque minhas horas de vôo seria pagas por ela. O engraçado, foi que quando eu terminei o ensino médio, foi bem quando saiu o ProUni e eu me inscrevi no sistema de bolsa e fui estudar designe digital, porque eu sempre gostei muito de desenho, mas principalmente desenho em 3D. E até o último ano da faculdade, eu pensava em ser piloto de avião, então eu queria arrumar um emprego na área, juntas um dinheiro e ser piloto. Mas chegando no penúltimo semestre, tivemos as aulas de 3D e eu me identifiquei. A minha maior frustração é não saber fazer sites (risos), mas eu tenho um em que tem todos os meus trabalhos (www.wix.com/kauesouza/site). Já trabalahei em algumas empresas com designer gráfico, embalagens, engenharia. Hoje eu trabalho em uma agência de arquitetura junto com meu pai, eles faz os projetos e eu já reproduzo essas casas em 3D. E eu gosto tanto disso, de trabalhar com 3D e animações, que eu fui fazer Pós em Computação Gráfica 3D, é mais uma das coisas que está acabando comigo, me deixando mais magro (risos). E eu estava até pensando de depois fazer um mestrado, dar aulas... Eu gosto muito de ensinar as pessoas.

J: Deixe uma mensagem para a nossa Juventude:

 
 Edição, Redação, Fotos e Idealização: Ministério Jorres de Comunicação
Deus abençoe a todos os nossos leitores, ;D

2 comentários:

  1. Eu não sou da familia Jorres, mas quase todas as entrevista eu leio...sou da Familia Arcanjos e jamais poderia peder essa entrevista. Para mim foi uma entrevista muito emocionante né Kaue?!!! Estava no meu serviço lendo quando em determinada parte começei a chorar. Colocar Depoimento aqui, principalmente sobre o Kauezinho, não seria um simples depoimento, daria um livro, pq falar dele não existe palavras. O Kaue é sempre um anjo em minha vida, SEMPRE NÉ KAUEZINHO?!!!! Quando começo a falar alguma coisa que não devo, ele já olha para mim e fala Thamiris, e faz sinal de silencio, já entendo tudo... frases no msn...cuidado...o Kaue vê frases no meu msn e já sabe de tudo que estou passado, de tudo que está acontecendo comigo. Quando ele vem THAMIRIS, já falo é bomba... mas até as broncas do Kauê são sensacinais. Lembro que uma vez ficamos conversando na porta da comunidade até quase 23h eu e ele, quando fui embora ele disse, quando chegar me liga para dizer que está viva, só que a caminho de casa encontrei outro amigo e demorei mais para chegar, quando recebo a seguinte msg do Kaue: " DUAS FORMAS DE DIZER A MESMA COISA PARA VC SE EXERCITAR: OLA QUERIDA CHEGOU BEM EM CASA? OU...E AI, CHEGOU OU VOU TER QUE CHAMAR A POLICIA?" Cai na gargalhanda quando recebi, e por fim dessa nossa conversa que tivemos me resutou com 3 DVDs de palestras e 1 livro muitoo grosso, mas, a preocupação do Kauê com cada jovem é fora de serio. Como ele gosta tanto de falar em TLC, não posso deixar de citar aqui tb sobre o TLC da Jane, uma grande amiga minha e que queria fazer uns negocios (assuntos de TLC...rsrsrs) e primeiramente fui pedir o apoio da Thalita, ai ela me chamou de louca e que era impossivel, mas ai como digo corri na mãe Kauê e consegui, assim que dei a ideia, ele logo se animou e se esforço e enfim conseguimos fazer uma grande coisa. Como brinco sempre, temos a mãe e o Pai na coordenação dos Arcanjos, o Pai é a Thalis vamos pedir alguma coisa, mas vc está louca e já bate o pé que não, ai corremos para a Mãe que é o KAUÊ e ele sempre amansa o "PAI" e fazemos, desde claro que seja por um bom motivo, porem idependente da dificuldade, sendo por um bom motivo, fazemos.
    Poderia ficar aqui, escrevendo de tantas e tantas e tantas conversas que tive com o Kauezinho, mas vocês do jorres brigaram comigo...rsrsrsrsrs, então enfim....


    Kauêzinho, só tenho a dizer para você: MUITOOOOO OBRIGADOOOOO POR TUDO, POSSO NÃO TE MANDAR MSGS COMO VC DISSE UMA VEZ, MAS VOCÊ FEZZZ E SEMPRE FARÁ A DIFERENÇA EM MINHA VIDAAAA!!! PALAVRAS PARA AGRADECER NÃO TENHO E NUNCA EXISTIRÁ POR TANTAS E TANTAS COISAS QUE JÁ FEZ POR MIM. TE AMOOO MUIITÃOOO MEU AMIGO IRMÃO!!!!


    Parabéns Jorres, vocês não poderiam postar a entrevista do Kauêzinho em data melhor 22/07; 2 dias após o dia do amigo... Amigo que é um Presente de Deus, Amigos que são Anjos em nossas vidas e é tudo isso que se resume o Kauê!!!!

    KAUÊ PRESENTE DE DEUS
    KAUÊ ANJO NA VIDA DE JOVENS!!!!

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  2. Eu é que tenho que agradecer a todos os pela oportunidade e por "tentar" mostrar, que existe uma pessoa ainda por trás de um coordenador. E confesso que não é uma das minhas palavras preferidas, ainda prefiro ser chamado de "amigo".

    Lógico que não dá pra contar a vida inteira na entrevista, tudo precisa ser bem resumido, mas nem deu tempo de contar das 3 vezes que quase morri, com pneumonia, ou no Shopping que explodiu em 1994 ou no mar com a Yara... Mas agora com calma, e também em “poucas linhas” (risos... gosto dessa parte), queria agradecer... se acharem que está muito longo, me perdoem, mas eu precisava escrever!

    Ao Senhor Deus por literalmente dar um "sentido em minha vida" e por toda a restauração que faz a cada dia na vida deste servo tão pobre!

    Aos meus pais (Vandalis e José Alberto), que são minha base, meu refúgio, meu amparo, a alegria de minha alma. Quando chego em casa, passo bem longe de coordenador, pois lá sou o filho! A Yara, minha irmã gêmea, que é a pessoa que conheço a mais tempo, desde a barriga da minha mãe, uma pessoa que admiro muito, pois é a ousadia em pessoa (ahhh... se eu fosse esperto como ela...). Mas chegar em casa depois de horas de correria e ver a família reunida é uma benção!

    Minha grande, irmã amiga, sócia, secretária Thalita, que acreditou em mim durante esses anos todos (GOOL Linhas Aéreas, GTalk, Claro, VIVO, etc...), tantas coisas já fizemos, lembro do dia que ela me passou a senha da conta dela do banco (naquele dia pensei, Senhor, ela confia mesmo em mim) que muito me ensinou o que ser coordenador, organizar tudo com seriedade, como digo para muitos, ela ainda é o meu braço esquerdo (é que eu sou canhoto rsrsrs...).Sempre digo que tenho 3 mães, a minha mesmo, a Yara e a Thalita.

    A Marcelina, minha coordenadora de liturgia, uma grannnde amiga mesmo, nem tenho muito o que falar sobre ela, apenas agradecimentos pela pessoa que é... uma pessoa rara...

    Agradeço aos Arcanjos Urbanos (que é um primo do Jorres, que roubou umas idéias como o SOS Comunidade), do ministério Marcos, Marivone e Rafael, dos Arcanjos acho que não posso citar o nome de ninguém para não ser injusto, mas vocês realmente muito me ensinam e gosto muiiiiiiito de estar com vocês, na escada da igreja no sol depois da missa, na pizzaria, etc... Não me arrependo pelas renúncias que tenho que fazer, pois sou feliz por isso!

    Ao Jovens Reunidos e Renovados pelo Espírito Santo, pelo trabalho de evangelização que fazem e pela oportunidade que dão as pessoas a se mostrarem quem são realmente nas entrevistas!

    A Marta, grande amiga que acreditou "realmente" em mim no crisma, principalmente nesta turma!

    A coordenação da juventude: Jaqueline, Juliane, Renan, Thatiana, Régis, Antônio, Luan, Mylena, Júnior e Thalita por todo o servir e sim de vocês a este chamado cheio de renúncias, mas que vale um preço muito alto, a conversão de jovens!

    Edvan, Renata Cristina, Roberto, Renata Luz, Huanderson, Alex (IMMI), Daiane (ISL), Mayara (ISL), Luis Fernando (IMMI), José Augusto (Matriz), Carlos (IMMI), Guilherme (INSF), João Claudio, Carol (IMMI), Renatinha e Maurício IMMI (nunca te vi ou te conheci irmão, mas hoje conheço os frutos da sua obra, e pelas suas obras vejo que pessoa maravilhosa você foi). Cada um estando onde estiver, na sua missão, da sua forma, em sua caminhada, agradeço pelo que fizeram por mim e por tanta gente, pois hoje tento ser a cada dia um pouquinho do que vi cada um de vocês ser!

    Ass: Kauê

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