ENTREVISTAS & CONQUISTAS
12ª Edição: Setembro/2011
| Alex Nogueira Simi |
"Setembro foi o mês de aniversário do JORRES, um mês que o nosso blog está no ar e com o nosso 12º elemento que é um homem e que vem com vários segredos, mas que também veio pra comemorar mais 12 meses que se passaram cheio de histórias pra contar e com muita sede de evangelizar."
J: Quem é o Alex?
A: O Alex é uma pessoa feliz, primeiramente porque eu me encontrei, encontrando Deus eu me encontrei, sou um homem realizado. Deus tem muito a fazer na minha vida, mas Ele já fez muito, sou muito agradecido por tudo que Ele já fez. Sou casado, muito bem casado, amo a minha esposa. Um jovem que experimentou de tudo nesse mundo, eu sempre digo que se as coisas do mundo fossem realmente boa eu voltava pro mundão, mas o que Deus me deu de novo foi o que faz a diferença na minha vida até hoje e que me toca pra frente. Como eu postei esses dias no facebook e conversava com a Carol, "Um novo jardim com novas sementes, coordenando uma nova juventude numa nova paróquia". Mas o JORRES é como o Pe. Léo dizia, "um carimbo de Deus", na minha vida esse carimbo é a família JORRES. Então é um Alex cheio de sonhos ainda, estou o tempo todo sonhando com essa juventude nova que estou cordenando, a mesma experiência e o mesmo impacto que Deus fez na minha vida eu quero que jovens e outras pessoas tenham. Primeiramente, sou servo de Deus, acima de tudo, a minha vida é servir a Deus com o meu testemunho, com as minhas lutas, com as minhas vitórias, com as minhas quedas, com as minhas lágrimas e com meus sorrisos, mas sempre focado em Deus.
J: Como foi o seu primeiro contato com o JORRES?
A: O primeiro contato que eu tive com o JORRES foi em 1999, quando alguns integrantes da época vieram visitar algum jovem que morava na minha rua. Desde aquela época aquele grupo já me chamou a atenção, mesmo eu sendo do mundão. Eu vi que eram jovens um pouco esquisitos e diferentes ao meu modo de ver. Acho que desde aquela época Deus já queria fazer algo na minha vida, mesmo eu estando completamente longe de Deus. Mas o contato concreto que eu tive com o JORRES foi no final do ano 2000.
O Alex de antes era o igual o jovem confuso de hoje em dia que vive longe de Deus. Tinha lá minha bandinha de rock, gostava de fazer barulho nas garagens ao final de semana, passei por várias fases que o jovem passa na sua adolescência. Eu sempre digo que eu passei por todas as fases, eu curti Rap, curti samba, depois eu perdi um grande amigo meu numa roda de samba, ai eu me revoltei e virei roqueiro. Sabe aquelas revoltas sem sentido que a gente sempre quer justificar um erro e tentar mudar o sincronismo da nossa vida e no final a gente não chega em lugar nenhum, acaba se perdendo cada vez mais. Depois que eu tive contato com o JORRES que eu fui aprender a viver, aprender a ser jovem de verdade. Foi uma experiência muito gratificante com Deus, desde as primeiras pessoas que estavam lá e que me acolheram... Junão, Marconi, Andrea Coelho, Eder, Anderson, Tomaz, Michele, Jú e toda a galera legal daquela época.
E minha experiência foi muito grande com o JORRES porque o primeiro grupo de jovens que eu fui mesmo eu já era do ministério de música (risos) já me convidaram pra participar. Eu lembro que eu fui no grupo de oração na quinta feira de noite e na hora que eu estava saindo o Junão me chamou e colocou a mão no meu ombro e me disse: - "Usa o dom que Deus te deu pra ele..." E eu voltei pra casa com aquilo na cabeça e fui dormir com aquilo na cabeça, Deus ficou repetindo aquilo como uma martelada dentro do meu coração. Eu me lembro que eu tive contato com eles no sábado de manhã, aí eles falaram que teria ensaio do ministério de música de tarde e pediram pra eu aparecer, e como pra mim era tudo novo e eu estava buscando algo novo pra minha vida realmente, eu peguei o violão e joguei nas minhas costas e fui pro ensaio, então eu cheguei no ensaio e começamos a ensaiar e eu não conhecia nenhuma música de igreja. O pessoal tava tentando pegar aquela música da Banda Nova Face "Ao Deus que nos dá vida, ao único Senhor..." que foi encomenda do coordenador Junão (risos). Eu lembro que tava todo mundo lá tentando pegar a música, o Anderson, Tomaz, a Michele e eu cheguei lá e comecei a ouvir aquela música, afinei meu violão e fiquei meio desintrosado, mas a partir dali, no sábado de noite eu já toquei com eles, mesmo sem saber tocar muito, eu já toquei com eles no ministério, no primeiro grupo que eu fui. Foi uma experiência muito marcante, quando Deus me laçou já me laçou de uma vez por todas. Então a partir da experiência que eu tive com as pessoas do ministério de música que eu comecei a crescer como pessoa, como jovem e como JORRES.
J: Conte-nos três momentos que foram inesquecíveis pra você dentro do JORRES.
A: O primeiro foi quando eu recebi o meu batismo no Espírito Santo no grupo de jovens (ohh glória!!! risos), eu lembro que foi um grupo do fogo, o pessoal começou a orar, eu não conhecia muito a Renovação, era no início do grupo, o Junão ainda era coordenador. Eu lembro que na hora que eu recebi a efusão, quem impôs a mão em mim foi o Mauricio e a Andrea Coelho. Eu lembro que naquele dia foi um dia espetacular que eu tenho guardado no meu coração um dia que Deus fez um grande pacto na minha vida.
Segundo o dia da despedida do Junão que foi na festa de aniversário do grupo mesmo, que a gente se juntou no lado de fora que veio um carro que tava gravando tudo, era surpresa, pois o Junão não sabia. Foi muito legal aquele dia, não pela despedida do Junão mas a gente viu se consolidando um sonho, pois a partir dali a Família JORRES estava amadurecendo, então alguns saiam e outros entravam mas o grupo não acabava, então foi um momento especial que eu tenho guardado no meu coração sempre.
O terceiro, triste, mas faz parte do amadurecimento, eu lembro que um final de semana antes do acidente do Maurício, eu lembro que era eu, a Alessandra e o Reinaldo e que a partir dalí ele ficaria como coordenador do grupo de oração e nós assumiriamos o grupo de jovens, logo depois na outra semana o Mauricio se acidentou na quarta feira e foi toda aquela confusão e toda aquela tristeza que nós tivemos, mas eu vi que alí foi um dedo de Deus na minha vida, na Família JORRES porque a partir dali eu tive que crescer muito espiritualmente, nas minhas responsabilidades, parece que eu fiquei com uma dívida com o Maurício por ele ter me entregue a coordenação naquele momento, então eu sabia que Deus tinha me passado a bola de uma forma convincente, eu sabia que a partir dali eu tinha que tocar aquilo, era um sonho de Deus, um sonho do Mauricio, eu vi que alí foi um dedo de Deus mesmo com toda a tristeza que nos passamos, de tudo o que ele passou internado até o seu falecimento, mas foi um tempo de maior crescimento dentro da Família JORRES, dentro da nossa comunidade e da nossa paróquia, eu acho que a partir dalí a gente aprendeu a ser irmão, pode ter certeza disso, a Família JORRES passou a ser Família real a partir dalí, porque mesmo nas dificuldades que a gente teve a gente soube se ajudar, soube se amar, porque quando a gente tira um pedaço da gente, a gente vê que aquele pedaço faz falta, e mesmo a gente vendo que o Mauricio fez falta pra gente, pudemos com o nosso trabalho, nossa doação fazer com aquele pedaço que até hoje faz falta, fosse não um motivo de tristeza mas um motivo de alegria, pois hoje temos um intercessor particular do JORRES é o nosso irmão Mauricio que está no céu intercedendo pela gente, podem ter certeza disso.
J: Conte-nos como foi sua experiência em trabalhar na Maria Mãe da Igreja, na Paróquia São Pedro e quais são os desafios na nova paróquia hoje.
A: O que eu aprendi na minha formação espiritual, eu aprendi na Paróquia São Pedro, e como eu digo, nas minhas andanças por aí, a Paróquia São Pedro é a mais estruturada que eu conheci, desde juventude, estrutura pastoral. Sou eternamente grato ao Padre Carlos, ao Jeferson que era coordenador da comunidade, as pessoas mais velhas de comunidade, em especial os jovens. Tudo que eu aprendi foi aqui na Comunidade Maria Mãe da Igreja que eu amo muito. Hoje mergulhando em águas mais profundas, é aquilo que eu tinha na minha cabeça, eu queria servir com a minha esposa, aqui na Paróquia não deu certo, então hoje eu sirvo na Paróquia Catedral Sagrada Família. Um desafio enorme, uma comunidade que tá começando agora, mas não é só sonhar, é colocar a mão no arado, colocar a mão na enchada e jogar nas costas e trabalhar e dizer: "Eu vou, Senhor". Tenho muitos sonhos pra juventude de lá, pra comunidade, pra que ela cresça e se fortifique. E o exemplo que eu tenho é a Comunidade Maria Mãe da Igreja e a Família JORRES, é sempre o exemplo que eu tenho de vida em comunidade, de espiritualidade e juventude. Estamos na luta, evagelizando sempre e dando testemunho... "Se eu não não falar, as pedras falarão", se bem que eu me sinto uma pedra que já fala. (risos)
O Alex de antes era o igual o jovem confuso de hoje em dia que vive longe de Deus. Tinha lá minha bandinha de rock, gostava de fazer barulho nas garagens ao final de semana, passei por várias fases que o jovem passa na sua adolescência. Eu sempre digo que eu passei por todas as fases, eu curti Rap, curti samba, depois eu perdi um grande amigo meu numa roda de samba, ai eu me revoltei e virei roqueiro. Sabe aquelas revoltas sem sentido que a gente sempre quer justificar um erro e tentar mudar o sincronismo da nossa vida e no final a gente não chega em lugar nenhum, acaba se perdendo cada vez mais. Depois que eu tive contato com o JORRES que eu fui aprender a viver, aprender a ser jovem de verdade. Foi uma experiência muito gratificante com Deus, desde as primeiras pessoas que estavam lá e que me acolheram... Junão, Marconi, Andrea Coelho, Eder, Anderson, Tomaz, Michele, Jú e toda a galera legal daquela época.
E minha experiência foi muito grande com o JORRES porque o primeiro grupo de jovens que eu fui mesmo eu já era do ministério de música (risos) já me convidaram pra participar. Eu lembro que eu fui no grupo de oração na quinta feira de noite e na hora que eu estava saindo o Junão me chamou e colocou a mão no meu ombro e me disse: - "Usa o dom que Deus te deu pra ele..." E eu voltei pra casa com aquilo na cabeça e fui dormir com aquilo na cabeça, Deus ficou repetindo aquilo como uma martelada dentro do meu coração. Eu me lembro que eu tive contato com eles no sábado de manhã, aí eles falaram que teria ensaio do ministério de música de tarde e pediram pra eu aparecer, e como pra mim era tudo novo e eu estava buscando algo novo pra minha vida realmente, eu peguei o violão e joguei nas minhas costas e fui pro ensaio, então eu cheguei no ensaio e começamos a ensaiar e eu não conhecia nenhuma música de igreja. O pessoal tava tentando pegar aquela música da Banda Nova Face "Ao Deus que nos dá vida, ao único Senhor..." que foi encomenda do coordenador Junão (risos). Eu lembro que tava todo mundo lá tentando pegar a música, o Anderson, Tomaz, a Michele e eu cheguei lá e comecei a ouvir aquela música, afinei meu violão e fiquei meio desintrosado, mas a partir dali, no sábado de noite eu já toquei com eles, mesmo sem saber tocar muito, eu já toquei com eles no ministério, no primeiro grupo que eu fui. Foi uma experiência muito marcante, quando Deus me laçou já me laçou de uma vez por todas. Então a partir da experiência que eu tive com as pessoas do ministério de música que eu comecei a crescer como pessoa, como jovem e como JORRES.
J: Conte-nos três momentos que foram inesquecíveis pra você dentro do JORRES.
A: O primeiro foi quando eu recebi o meu batismo no Espírito Santo no grupo de jovens (ohh glória!!! risos), eu lembro que foi um grupo do fogo, o pessoal começou a orar, eu não conhecia muito a Renovação, era no início do grupo, o Junão ainda era coordenador. Eu lembro que na hora que eu recebi a efusão, quem impôs a mão em mim foi o Mauricio e a Andrea Coelho. Eu lembro que naquele dia foi um dia espetacular que eu tenho guardado no meu coração um dia que Deus fez um grande pacto na minha vida.
Segundo o dia da despedida do Junão que foi na festa de aniversário do grupo mesmo, que a gente se juntou no lado de fora que veio um carro que tava gravando tudo, era surpresa, pois o Junão não sabia. Foi muito legal aquele dia, não pela despedida do Junão mas a gente viu se consolidando um sonho, pois a partir dali a Família JORRES estava amadurecendo, então alguns saiam e outros entravam mas o grupo não acabava, então foi um momento especial que eu tenho guardado no meu coração sempre.
O terceiro, triste, mas faz parte do amadurecimento, eu lembro que um final de semana antes do acidente do Maurício, eu lembro que era eu, a Alessandra e o Reinaldo e que a partir dalí ele ficaria como coordenador do grupo de oração e nós assumiriamos o grupo de jovens, logo depois na outra semana o Mauricio se acidentou na quarta feira e foi toda aquela confusão e toda aquela tristeza que nós tivemos, mas eu vi que alí foi um dedo de Deus na minha vida, na Família JORRES porque a partir dali eu tive que crescer muito espiritualmente, nas minhas responsabilidades, parece que eu fiquei com uma dívida com o Maurício por ele ter me entregue a coordenação naquele momento, então eu sabia que Deus tinha me passado a bola de uma forma convincente, eu sabia que a partir dali eu tinha que tocar aquilo, era um sonho de Deus, um sonho do Mauricio, eu vi que alí foi um dedo de Deus mesmo com toda a tristeza que nos passamos, de tudo o que ele passou internado até o seu falecimento, mas foi um tempo de maior crescimento dentro da Família JORRES, dentro da nossa comunidade e da nossa paróquia, eu acho que a partir dalí a gente aprendeu a ser irmão, pode ter certeza disso, a Família JORRES passou a ser Família real a partir dalí, porque mesmo nas dificuldades que a gente teve a gente soube se ajudar, soube se amar, porque quando a gente tira um pedaço da gente, a gente vê que aquele pedaço faz falta, e mesmo a gente vendo que o Mauricio fez falta pra gente, pudemos com o nosso trabalho, nossa doação fazer com aquele pedaço que até hoje faz falta, fosse não um motivo de tristeza mas um motivo de alegria, pois hoje temos um intercessor particular do JORRES é o nosso irmão Mauricio que está no céu intercedendo pela gente, podem ter certeza disso.
J: Conte-nos como foi sua experiência em trabalhar na Maria Mãe da Igreja, na Paróquia São Pedro e quais são os desafios na nova paróquia hoje.
A: O que eu aprendi na minha formação espiritual, eu aprendi na Paróquia São Pedro, e como eu digo, nas minhas andanças por aí, a Paróquia São Pedro é a mais estruturada que eu conheci, desde juventude, estrutura pastoral. Sou eternamente grato ao Padre Carlos, ao Jeferson que era coordenador da comunidade, as pessoas mais velhas de comunidade, em especial os jovens. Tudo que eu aprendi foi aqui na Comunidade Maria Mãe da Igreja que eu amo muito. Hoje mergulhando em águas mais profundas, é aquilo que eu tinha na minha cabeça, eu queria servir com a minha esposa, aqui na Paróquia não deu certo, então hoje eu sirvo na Paróquia Catedral Sagrada Família. Um desafio enorme, uma comunidade que tá começando agora, mas não é só sonhar, é colocar a mão no arado, colocar a mão na enchada e jogar nas costas e trabalhar e dizer: "Eu vou, Senhor". Tenho muitos sonhos pra juventude de lá, pra comunidade, pra que ela cresça e se fortifique. E o exemplo que eu tenho é a Comunidade Maria Mãe da Igreja e a Família JORRES, é sempre o exemplo que eu tenho de vida em comunidade, de espiritualidade e juventude. Estamos na luta, evagelizando sempre e dando testemunho... "Se eu não não falar, as pedras falarão", se bem que eu me sinto uma pedra que já fala. (risos)
J: Fale um pouco sobre a Juventude de hoje em dia.
A: Quando nós dizemos que somos apaixonados pela juventude como Dom Bosco que é um grande exemplo pra minha vida e o próprio Beato João Paulo II, é ver a potencialidade que o jovem tem, a mesma pontecialidade que o mundo vê no jovem a gente também precisa ver, a gente tá acostumado a ver jovens que não sonham, que empurram a vida com a barriga, que seguem o que eles acham que tem que seguir ou que segue somente a moda, pelo convívio com os amigos... Então quando a gente desperta ele pra vida diferente essa é a alegria, a dificuldade é você conseguir trazer até aquele foco, trazer ele até o impacto com Deus e mostrar que ele é um jovem especial, que ele é uma joia preciosa pra Deus, e isso o mundo não diz. É que nem aquela história que o Padre Léo dizia sobre o papel higiênico, quando a gente vai no supermercado a gente escolhe o melhor lugar pro papel no carrinho, no carro, porque ninguém quer usar um papel higiênico amassado e quando chega em casa o lugar dele é o banheiro! O mundo faz exatamente isso com o jovem, parece que quer colocar ele como a melhor coisa, mas depois vai usar o jovem e jogar fora. Como evangelizadores, a nossa alegria de poder impactar o jovem e ver um brilho no olhar diferente, você viu que alí valeu a pena semear algo de Deus naquele coração. Todas as minhas experiências que tive com a juventude eu sempre projetei pra frente, eu vejo ele hoje mas já projeto a vida dele pra frente, porque o que ele semear hoje, ele vai colher no futuro. Dalí vai nascer uma família cristã, um casamento cristão, e vai fazer com que o reino de Deus se propague. O jovem é a grande semente que devemos cultivar e fazer que dalí nasçam bons frutos. Essa é a alegria que a gente tem que ter, sempre que a gente ver uma juventude começando, é uma grande roça que Deus te dá pra que você possa semear, trabalhar, arrancar as pragas. Tem que usar todas as armas que Deus te dá pra que você possa cuidar daquela plantinha, daquela semente que Deus te deu pra que aquela semente cresça e você depois diga: "Deus fez algo na vida desse jovem e eu pude participar desse mesmo sonho de Deus pra vida de cada jovem que participar desse grupo de jovens que eu estiver responsável."
J: Quem é o Alex no dia-a-dia?
A: Não deixo de ser o jovem da igreja, o Alex brincalhão. sou uma pessoa alegre, procuro dar meu testemunho de vida sempre, acredito que nossa vida seja um próprio falar de Deus, sendo um exemplo no trabalho, na minha família, porque hoje eu sou uma pilastra na minha família inteira, a pessoa que Deus escolheu na minha casa pra ser essa pilastra de sustentação. Tento jogar sementes de Deus por onde eu passo. Onde você passa você deve semear essas sementes, desde a sua casa, com a minha família que hoje é maior por causa da família da minha esposa.
Um jovem feliz acima de tudo, gosto de ler bons livros nas horas vagas, quando não estou preparando nenhuma pregação. Esporte: parei de ir na academia, preciso voltar... mas não é pra ficar bombado, é só pra cuidar da saúde, afinal estou com 33 anos.
Acho que a ultima vez que joguei voley a bola era quadrada (risos). Foi no campeonato da Paróquia São Pedro do ano retrasado, então aceito convites pra voltar a jogar.
Gosto de ir pro cinema, gosto de sair pra dançar sertanejo mas faz tempo que não saio, gosto muito de ir no Outback com a minha esposa, de vez em quando a gente marca um jantar lá pra espaierecer um pouco a cabeça.
É bom analisar um pouco o mundo lá fora, não pra viver como ele, mas serve como instrumento de trabalho pra evangelizar. Todas as vezes que eu vou num parque, numa lanchonete, num barzinho com os amigos, eu fico observando tudo. A minha esposa estuda psicologia e eu sou psicólogo com ela, eu gosto muito de analisar o que tem ao meu redor e principalmente com o jovem, o modo que ele vive, que ele se comporta que o jovem se veste o jeito que o jovem conversa, tudo isso é material de evangelização para os jovens que eu cordeno pra poder mostrar pra eles que é possivel ser diferente de uma forma bem diferente, vamos dizer que diferente são os jovens que vivem no mundo de uma forma normal, sendo filho de Deus. O grande impacto que o jovem tem é de não ser igual a todo mundo é, e quando você mostra algo diferente pra ele isso se torna um grande desafio a ele.
O Alex profissional, trabalha no primeiro emprego até hoje, trabalho numa retífica de motores com 12 máquinas que só eu mesmo mexo. É um lugar legal pra se estar sempre com amigos de sempre, porque as pessoas que estão comigo lá são pessoas que convivem comigo a muito tempo também. São pessoas que viram o Alex antes de Deus e depois de Deus e isso já é um grande testemunho de vida na empresa. Viram essas duas faces e alguns não botaram fé que a minha vida iria mudar e hoje eu sou um grande testemunho de Deus lá dentro.
J: Como a música te ajudou na caminhada?
A: A música foi a grande veia que Deus usou pra me "arpar". Eu posso dizer que as duas experiências que eu tenho de mundo e de Deus estão completamente ligadas a música. Quando eu tinha a minha banda, a gente saía pra tocar fora, era até remunerado, eu tocava rock e jovem gosta muito de rock. Eu vi o poder que a música tem, e depois da minha conversão eu dizia que "Satanás tinha muita raiva de mim", porque ele me treinou pra ser um instrumento de perdição e Deus fez uma grande obra na minha vida e usa todo o meu ministério de música pra conversão das pessoas. Hoje eu sei que uma música marca muito a vida de uma pessoa, estando numa caminhada ou não.
Quando uma pessoa está numa fase ruim ela escuta músicas ruins, quando ela está numa fase boa, ela escuta músicas boas. A nossa vida é uma canção, quando você acorda de manhã e tem um motivo pra cantar é sinal que ela tá indo bem, mas se você acorda e não tem motivos pra cantar e nem pra assoviar é porque ela tá meio desafinada, ruim de se ouvir.
O meu ministério de música é um ministério de evangelização, uso pra tocar no coração das pessoas, dos jovens que estão comigo. Eu sempre digo que quando eu pego o violão e começo a dedilhar, Deus já precisa estar fazendo alguma coisa. Sou um músico consagrado diante do Santíssimo Sacramento para que a minha música não fosse mais uma música de perdição mas de conversão e evangelização, foi num retiro do JORRES que eu me consagrei, consagrei meu ministério, consagrei meu dom de tocar pra que fosse um dom puro pra levar as pessoas pra Deus.
J: Tem alguém da música católica que te marca?
A: O Dunga é um grande exemplo de trabalho com juventude, ele tinha um grupo de jovens imenso antes de entrar pra Canção Nova.
A gente vê o grande amor que a juventude tem por ele e isso não é tietagem, eu gosto muito das suas composições, canções das pregações, eu acho que ele é um dos melhores pregadores que tem hoje na Canção Nova. A minha vida e a minha caminhada sempre foram muitos ligadas com as músicas que o Dunga compôs até hoje, então "Como não falar do seu amor..." (risos)
J: Como foi a sua entrada pra coordenação do JORRES?
A: (risos) Os coordenadores sempre se aproximavam de alguém e ia fazendo com que o perfil daquela pessoa fosse um perfil de líder, e sempre aconteceu isso no JORRES. Eu sempre estive próximo das coordenações, desde o Junão, Marconi, depois do Reinaldo, Alessandra até o convite do Maurício pra que entrasse na coordenação. Então quando eu entrei eu já estava pronto pra coordenar, porque de uma forma ou outra eu já estava dentro do contexto de coordenação há alguns anos atrás, correndo sempre e estando perto ajudando a Família JORRES.
E no final de semana antes do acidente do Maurício ele me convidou e eu entrei na coordenação.
Até então não era coordenador, vocês pensavam que eu era mas eu ainda não era coordenador. (risos)
J: Alex, agora deixe aquela mensagem para os jovens e para o JORRES:
Edição, Redação, Fotos e Idealização: Ministério Jorres de Comunicação
Deus abençoe a todos os nossos leitores, ;D
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