sexta-feira, fevereiro 28, 2014

Entrevista de Fevereiro/2014 - Retrospectiva


REVISTA JORRES
ENTREVISTAS & CONQUISTAS


41ª Edição: Fevereiro/2014 (Retrospectiva)


Estamos na edição de número 41 da Revista Entrevistas & Conquistas do blog do Jorres. São praticamente 4 anos de muitos momentos relembrados e revividos, pessoas que fizeram e ainda fazem parte da história desse grupo de jovens, o Jorres. Nessa edição em especial, não traremos uma entrevista inédita como de costume. Ao invés disso, relembraremos cada pessoa que passou por aqui, que falou por aqui, que cantou por aqui, que fotografou por aqui e que recordou a graça de ter sido tocada por Deus através do Jorres. Fevereiro é o mês da retrospectiva da Revista Entrevistas & Conquistas, venha relembrar conosco! 

Outubro/2010 - Jéssica Gomes Souza



A Jéssica foi o cartão de visitas da nossa revista. Foi a primeira a contar sua história dentro do Jorres para a Revista Entrevistas & Conquistas e receber os flashs de nossas câmeras. Veja o que ela falou a respeito do Jorres:


J: O que te fez entrar para a Família Jorres? 

JG: Meu Deus! Não sei! Porque assim... meus pais nunca foram de Igreja e eu desde pequena procurei ir às igrejas, não sei o porquê. Já fui em várias igrejas, mas nunca me senti preenchida sabe. Me sentia meio vazia, sabe? Então... eu sempre busquei. Nessa busca eu percebi que as outras religiões falavam muito mal da Igreja Católica. Muito mal mesmo! Eu nunca tinha entrado pra saber como era de verdade. Nisso resolvi entrar. Fiz Catequese, Crisma... E quando acabou eu não queria ficar sem fazer nada, todo mundo falava sobre o Grupo de Jovens e tal... Então falei: "Ah, acho legal e eu quero ir". E as pessoas falavam pra mim: "Não vai. Não vai porque é ruim. Tem panelinha, tem isso, tem aquilo", eles faziam de tudo para não me deixarem ir. E eu tinha vontade de ir, mas não queria ir sozinha (nunca vou a nenhum lugar sozinha... mas tudo bem - risos), Acabei me rendendo e indo ao grupo, pra ver como que era, e eu gostei, sabe? Não vi o grupo como as pessoas falavam que era, até porque, nós devemos tirar nossas próprias conclusões. Aí eu entrei, comecei a ir com frequência, as pessoas eram legais (são legais ainda - risos). Eu gostei, eu entrei! 

Novembro/2010 - Bruno Vicente Freitas Abranches

 Era a data da sua viagem. Ele iria morar no outro lado do globo, na terra dos cangurus, a Austrália. Começando um novo ciclo em sua vida, o Bruno nos recordou um pouco daz sua história no Jorres e dos momentos que viveu dentro do grupo de jovens. O Bruno levou um pedacinho do Jorres para a Austrália, internacionalizou a Família Jorres: 

J: E a Família Jorres, o que significou pra você? 

BA: O Jorres em si, aliás, o Grupo Jorres, foi uma da primeiras coisas que aconteceu para mim em relação a caminhada, em relação a vida, na amizade, na Família e em tudo o que eu sou hoje, como alguns detalhes que também não são bons, foi através do Jorres que adquiri. Eu estava conversando com o Pe. Lídio, sobre algumas coisas que eu, Bruno, como jovem, pensei em fazer e ir à frente, realizar e não ter medo de demonstrar algo, tudo isso aprendi com o Jorres.Nós fomos uma família, que foi se preparando para a vida, tanto nas brincadeiras quanto nos momentos de seriedade, nas brigas, nos relacionamento (risos).Eu não tenho tristeza com o Jorres, pois a minha tristeza não foi pelo grupo em si, mas por algo pessoal. Nessas horas eu penso, "foi besteira Bruno, o Jorres foi escola pra você, família, e esta sua formação". Se pudesse voltar atrás, não tiraria nada daquilo que nós vivemos juntos, talvez procuraria mudar algumas atitudes minhas, tomando decisões diferentes, e não abandonar por isso ou aquilo, porque de fato não era um motivo real, era algo somente do Bruno e não do grupo. Houve um tempo em que quis retornar, mas o tempo já não encaixava mais devido aos compromissos com o ministério. Em uma conversa que tive com o Kauê (INSG) nós dizíamos: “Se eu soubéssemos onde aprendemos a gostar tanto  da Igreja, onde foi plantada aquela sementinha, nós ensinaríamos pra todo mundo”. O que sou hoje foi fruto daquilo que foi plantado lá atrás.

Dezembro/2010 - Luis Fernando Ribeiro de Oliveira

 Foi o primeiro coordenador a ser sabatinado por nossa Revista. Piscava mais que vagalume na sessão de fotos e relembrava cada momento vivido no Jorres, com um brilho intenso nos olhos. O Luis Fernando foi e ainda é um Jorres inesquecível, pois viveu o Jorres na veia, no sangue corrente e na alma marcada pelo criador. Lembre o que ele falou: 

J: E sua entrada no grupo de jovens... 

LF: A primeira vez que eu fui ao Grupo de Jovens, ele ainda completaria 1 ano. Os fundadores já não estavam mais, mas ainda estavam o Silvano, o Jeferson e algumas pessoas que estavam começando na caminhada como por exemplo, meu irmão (Cleber), a Elieuza, a Eleni e etc. Lembro muito dessas pessoas. E nesse dia eles estavam fazendo uma espécie de entrevista, fazendo perguntas para todos. Nesse dia, estavam o Sr. Abel e a Dona Angelina participando grupo. Logo depois, fiquei afastado um período  e retornei quando tinha uns 9 anos e a andar com a turma do meu irmão. Lembro também que houve um Grupo de Jovens que tinham mais ou menos 100 jovens e estavam todos no salão. Eles fizeram uma roda e iam passando perguntando o nome e idade de cada um. E no momento de Louvor era uma bagunça só, era só alegria e eles cantavam: ♪ Por que Ele vive... Era um negócio meio doido (risos). A grande maioria dos grupos era marcado por uns 80 jovens. O pessoal participava bastante, havia várias faixas etárias. Eu gostava muito de estar ali no meio daquele pessoal. Até que minha mãe achou melhor eu não continuar mais, acho que porque eu era muito novo. Depois disso, eu até peguei um pouco de raiva do Grupo, mas ainda admirava muito. Quando comecei a Crisma voltei... e já fazem 13 anos. 

Janeiro/2011 - Aline Sousa 

A Aline foi a primeira entrevistada do ano que ficaria marcado na história do Jorres. Foi a segunda coordenadora a passar pela nossa sabatina e foi muito firme ao responder nossas perguntas, com muita nostalgia e recordações. Veja o que ela disse: 

J: O que o Jorres significou para você? 

AS: O Jorres marcou presença em vários capítulos na minha vida. Eu cresci muito como pessoa dentro do Jorres. Eu me descobri. Foi muito maravilhoso o que eu vivi com o Jorres. Descobri Deus, apesar de já frequentar a Igreja antes de entrar para o Jorres, foi onde eu tive minha primeira experiência com Deus. O início da construção da Aline foi no Jorres. 

Fevereiro/2011 - Marconi Ferreira

O Marck é parceiro, um cara que doou o seu tempo para o Jorres. Falou bastante em sua entrevista, mas as palavras vieram carregadas de história, de nostalgia. Como era bom o Jorres na vida do Marconi. Vamos lembrar o que ele disse: 

J: Quais foram suas experiências dentro do Jorres? 

MF: Foram muitas. Primeiro que eu curtia rock, usava umas camisetas pretas, tinha uma corrente com a mascote do Iron Maiden bem grande e a usava no pescoço, o pessoal zoava comigo dizendo que eu ficaria corcunda, começava a missa eu colocava por dentro da camiseta terminava a missa eu tirava. A 1ª experiência que eu tive foi a de mudar sem que ninguém me pedisse. Hoje nós escutamos as pessoas falando para não fumar, não beber, não fazer, claro que devemos instruir, mas a mudança só acontece quando você percebe que precisa mudar. O outro pode até ajudá-lo a perceber, mas se você não assimila isso não há mudança. Eu parei de beber porque eu sentia que deveria parar, parei de andar como eu andava, parei de escutar o que eu escutava, mas até hoje gosto de rock, mas sou muito mais seletivo. Enfim, a mudança ocorreu porque a minha situação pedia para que eu fosse diferente, ou seja, não poderia estar na Igreja e continuar falando palavrão.Teve também a experiência da perseverança, pois eu entrei no Jorres em uma época que era extremamente tribulado, tanto interna quanto externamente. Internamente nós éramos conhecidos como, “Em nome do amor”, pois as pessoas entravam no Jorres para arrumar namoro (risos), era uma fase meio decadente do grupo, veja tanto que no 2º encontro que eu fui foram 3 pessoas, Junão, Jú e a Mari (irmã da Jú), então o grupo estava afundando. Externamente nós não tínhamos um bom relacionamento com o restante da comunidade, lembro-me que houve um assalto naquela época e o Jorres foi acusado de facilitar o acesso ao dinheiro roubado, isso acabou gerando atrito com o sacerdote a ponto de serem cancelados os encontros do grupo na Igreja, acabamos fazendo o grupo na casa do Cleber por uns tempos, até aqui em casa também. O fato é que eu conheci a Igreja e o Jorres nu e cru, ou seja, eu não vi só a beleza, eu entrei num sábado pelos beijos das meninas e no outro eu estava vendo o Jorres se acabando, eu realmente nunca fui iludido nessa questão e isso foi bom, porque qualquer escândalo que acontece com padres, envolvendo os membros da igreja não abala minha fé, pois a Igreja é humana também, porém divina. Tive diversas experiências afetivas como namoros e amizades, mas o que marca é justamente este vinculo de amizade, pois o Jorres tinha uma característica essencial que era ir além do encontro do grupo. Fazíamos o famoso café-da-manhã, tinha o acordar aonde íamos à casa do pessoal às 6 da manhã, combinávamos com os pais para acordá-los com buzina, confete, espuma e fazíamos uma bagunça total. Eu lembro que houve um natal que íamos no portão da casa de cada um e gritávamos, “au, au, au, feliz natal”, quando ia ver já tinha umas 30 pessoas, nos reuníamos para jogar bola, vôlei. Então era uma experiência de amizade muito forte, pois partilhávamos nossas vidas, sofríamos juntos. Tínhamos coordenadores diferentes, por exemplo o Junão era muito visionário, já o Cleber era centrado, era algo que dava certo, pois o Junão visionava algo e o Cleber organizava e arquitetava essas idéias, fazíamos coisas além do que era pedido a um grupo de jovens, tínhamos um jornal e o distribuíamos para a comunidade e para arcar com as despesas desse jornal vendíamos latinhas. Montamos um projeto semelhante ao que viria ser o PRODINI, evangelização de rua e os REJs (Retiro Espiritual Jorres) que era muito bom. Nós estávamos inseridos em diversas pastorais, de fato eu aprendi muito essa questão de ser Igreja dentro do Jorres, no calor humano que o Jorres apresentava, pois nos alegrávamos juntos, chorávamos juntos, puxávamos uns as orelhas dos outros e etc. 

Março/2011 - Priscila Deise

O mês de março do longínquo ano de 2011 nos trouxe a Priscila Deise, aquela mesmo, a Cila. Muito integrada no Jorres, foi escolhida para fazer a entrevista de número 6 da nossa revista. E teve conteúdo viu! Veja o que a Priscila falou sobre a sua entrada no Jorres:

J: Como foi seu início no Jorres e o que isso significou na sua vida?

PD: O primeiro grupo que eu participei foi a convite do Fê e logo em seguida o mesmo Fê me convidou para fazer uma ação de graças, esse foi o meu inicio no JORRES. Eu era muito nova e minha mãe não permitia que eu chegasse em casa depois das 22h00, se chegasse depois desse horário ela não me deixava ir no sábado seguinte. Eu sempre quis estar no grupo de amigos do JORRES, pois não tinha muitos amigos, mas foi um pouco difícil, talvez pelo fato de ser muito nova e meio “chatinha”. Isso fez com que eu saísse muitas vezes, retornasse outras tantas, mas foi no JORRES que eu entendi o significado da oração, do amor e da amizade. 

Abril/2011 - Phillipe Vidal França

O mês de abril daquele ano era o mês da páscoa e resolvemos sabatinar o rapaz que interpretaria o papel de Cristo na encenação de nossa paróquia. Descobrimos um pouco da história do Phillipe e deixamos uma outra parcela para que vocês descobrissem. Um garoto informal, mas sério e justo com todos. Ele escolheu ser fotografado fazendo aquilo que segundo ele é a sua paixão, o Esporte. Confira o que ele disse:

J: O que a Família Jorres representa para você?

PV: Eu falo para quem quiser ouvir que o Jorres, a Família Jorres, me resgatou. Eu sei de onde saí, e sei onde eu estava. Sei a gravidade do que acontecia comigo e sei onde eu poderia chegar. Eu sinto uma imensa gratidão por esse resgate, por terem me tirado da possibilidade de uma vida sem Deus, uma vida sem vida. A base da minha essência foi a família Jorres que me deu. 

Maio/2011 - Taiane de Paula

O mês de maio de 2011 foi o primeiro mês das mamães na Revista Entrevistas & Conquistas e para darmos a nossa homenagem, trouxemos uma mamãe que também foi Jorres, a Taiane. Junto com seu lindo filho, ela nos deu o prazer de ouvir um pouquinho das suas histórias no Jorres. Vejam:

J: O que o Jorres foi na sua vida? 

TP: O Jorres foi uma das portas que me levaram a conhecer Deus. Foi através do Jorres, do Allan, da minha irmã e de outros amigos, que eu conheci e entrei na Igreja. Estar no Jorres foi algo que me ensinou muito sobre Deus. Absorvi muita coisa boa que levo ainda para a minha vida. Foi bom o pouco tempo em que eu estive no Jorres.

Junho/2011 - Edvan e Sandra

O mês de junho é o mês dos enamorados, dos apaixonados e também dos casados. Para esse mês, trouxemos um casal que viveu todas essas sensações e etapas dentro do Jorres, Sandra e Edvan. Os dois formaram uma linda família e puderam testemunhar que é possível realizar o sonho de Deus. Confira:

J: O que o Jorres representou na vida de vocês?

SE: O Jorres foi o meu início. Onde eu aprendi, onde eu cresci. Foi a base de quem eu sou hoje na Igreja e do que eu faço sendo perseverante. Foi onde eu cai e levantei, onde eu briguei e conquistei muitas coisas. Para mim o Jorres foi tudo! Tudo que eu tenho e sou hoje, foi lá que eu aprendi. E me deu a base que eu precisava para seguir em frente!

ES: Eu entrei no Jorres depois que eu fiz o meu TLC. E antes de fazer o TLC eu achava que o Grupo de jovens era só um encontro de jovens que não tinham o que fazer e por isso se encontravam todos os sábados. Mas quando eu voltei do TLC, nunca me esqueço, estava um grupinho reunido em uma Igreja em construção ainda, no cantinho da Igreja esse grupinho com um violão me recebeu. E a partir daquele dia vendo os desafios que os jovens enfrentavam, pois quando eu entrei estava acontecendo algumas mudanças dentro do Grupo, começamos a assumir mais as coisas de Deus, o Júnior saia e voltava com propostas novas para nós. E nos tornamos um Grupo que vivia realmente com a presença do Espírito Santo. Enquanto o Grupo de jovens não ameaçava ninguém, estava normal. Mas quando os coordenadores na época fizeram o propósito de apresentar coisas diferente para os jovens, como pregação, oração e ensinaram que eles podiam fazer muito mais, começaram a vir os desafios e perseguições. E foi aí que eu me interessei e me apaixonei pelo Jorres! Pelas lutas e desafios. Foi ali que eu aprendi a ser jovem, um homem de Deus.

Julho/2011 - Kauê Oliveira

Ele nunca foi do Jorres, mas sempre torceu pela felicidade dessa família. O Kauê foi escolhido através de uma votação que fizemos no blog, para escolhermos o entrevistado daquela data. Que bom que ele ganhou! Foi muito bom saber que o Jorres também influenciou a vida do nosso irmão Kauê. Confira:

J: E o Kauê no servir a Deus? 

KO: Eu me cobro muito! Sempre me cobrei demais, porque sempre busquei pra minha caminhada exemplos. Lembro quando estávamos voltando do TLC, estávamos cantando no ônibus, naquela alegria depois do TLC, né? (risos). E o Edivan começou a gritar: “PÁRA, PÁRA, PÁRA!”. Ai eu já pensei: "lá vem a pessoa chata da Igreja querendo cortar a alegria de todo mundo". Mas o Edivan disse: "A minha priminha de 5 anos canta mais do que todos vocês juntos". E o pessoal foi à loucura. Aquilo me fez querer ir mais além, por aquela alegria dele. Desde então eu passei a admirar o Edivan, mas também a Renata, o Roberto, o Huanderson. E eu até pensei que eu deveria ser igual a eles, mas descobri que eu não posso ser igual a eles, porque eu tenho que ser eu mesmo. E sempre estou em busca de mudanças na minha vida para poder servir bem a Deus.

Agosto/2011 - Cléo Santos

Agosto de 2011 nos trouxe muita beleza e juventude, agosto de 2011 nos trouxe a Cléo. Garota alegre e sorridente, que começa a trilhar o caminho de Deus através do Jorres. Veja o que a Cléo acrescentou na nossa Revista:

J: E a Família Jorres, como ela chegou até você?

CS: Olha, o Antonio sempre me chamava para participar, mais nunca tive interesse, e também sempre vi minha prima (Thati - Coordenadora do Jorres) indo todo final de semana para a igreja, e achava uma chatice, um  soninho... (risos) e minha tia, mãe dela, reclamava sempre dela ir todo fim de semana para esse tal de JORRES, e eu nem imagina o que acontecia lá dentro, achava que era só rezar, rezar e rezar. Dois finais de semana após o TLC, a Thati me chamou na “chincha” e acabei indo no grupo de Jovens. A partir do momento que me apaixonei por essa família, comecei a ver que tudo o que pensava a respeito do JORRES estava errado, pois é muito diferente a sua opinião quando você participa de algo. Houveram pessoas que falaram mal do JORRES e por muitas vezes concordei, hoje é diferente, pois conheço e participo, podendo tirar minhas conclusões. Aprendi que só podemos falar de algo quando conhecemos de verdade, e hoje eu conheço essa família que reza sim, como eu sempre imaginei, mas que busca de uma forma diferente, a alegria nas pequenas coisas.

Setembro/2011 - Alex Nogueira Simi

No mês de aniversário do Jorres, queríamos sabatinar alguém muito importante na história dessa família, decidimos então, entrevistar o Alex. O Alex que conduziu grupos numerosos e escassos de jovens, mas que nunca perdeu a esperança e a confiança em Deus e no Jorres. Veja o que ele disse: 

J: Como foi o seu primeiro contato com o Jorres? 

ANS: O primeiro contato que eu tive com o Jorres foi em 1999, quando alguns integrantes da época vieram visitar alguns jovens que moravam na minha rua. Desde aquela época aquele grupo já me chamou a atenção, mesmo eu sendo do mundão. Eu vi que eram jovens um pouco esquisitos e diferentes ao meu modo de ver. Acho que desde aquela época Deus já queria fazer algo na minha vida, mesmo eu estando completamente longe de Deus. Mas o contato concreto que eu tive com o Jorres foi no final do ano 2000. O Alex de antes era o igual o jovem confuso de hoje em dia que vive longe de Deus. Tinha  lá minha bandinha de rock, gostava de fazer barulho nas garagens ao final de semana, passei por várias fases que o jovem passa na sua adolescência. Eu sempre digo que eu passei por todas as fases, eu curti Rap, curti samba, depois eu perdi um grande amigo meu numa roda de samba, ai eu me revoltei e virei roqueiro. Sabe aquelas revoltas sem sentido que a gente sempre quer justificar um erro e tentar mudar o sincronismo da nossa vida e no final a gente não chega em lugar nenhum, acaba se perdendo cada vez mais. Depois que eu tive contato com o Jorres que eu fui aprender a viver, aprender a ser jovem de verdade. Foi uma experiência muito gratificante com Deus, desde as primeiras pessoas que estavam lá e que me acolheram... Junão, Marconi, Andrea Coelho, Eder, Anderson, Tomaz, Michele, Jú e toda a galera legal daquela época.E minha experiência foi muito grande com o Jorres, porque o primeiro grupo de jovens que eu fui mesmo eu já era do ministério de música (risos). Logo me convidaram pra participar. Eu lembro que eu fui no grupo de oração na quinta feira de noite e na hora que eu estava saindo o Junão me chamou e colocou a mão no meu ombro e me disse: - "Usa o dom que Deus te deu pra ele..." E eu voltei pra casa com aquilo na cabeça e fui dormir com aquilo na cabeça, Deus ficou repetindo aquilo como uma martelada dentro do meu coração. Eu me lembro que eu tive contato com eles no sábado de manhã, aí eles falaram que teria ensaio do ministério de música de tarde e pediram pra eu aparecer, e como pra mim era tudo novo e eu estava buscando algo novo pra minha vida realmente, eu peguei o violão e joguei nas minhas costas e fui pro ensaio, então eu cheguei no ensaio e começamos a ensaiar e eu não conhecia nenhuma música de igreja. O pessoal tava tentando pegar aquela música da Banda Nova Face "Ao Deus que nos dá vida, ao único Senhor..." que foi encomenda do coordenador Junão (risos). Eu lembro que tava todo mundo lá tentando pegar a música, o Anderson, Tomaz, a Michele e eu cheguei lá e comecei a ouvir aquela música, afinei meu violão e fiquei meio desintrosado, mas a partir dali, no sábado de noite eu já toquei com eles, mesmo sem saber tocar muito, eu já toquei com eles no ministério, no primeiro grupo que eu fui. Foi uma experiência muito marcante, quando Deus me laçou já me laçou de uma vez por todas. Então a partir da experiência que eu tive com as pessoas do ministério de música que eu comecei a crescer como pessoa, como jovem e como Jorres. 

Outubro/2011 - Priscila Abranches


O mês de outubro daquele ano era especial. Estávamos comemorando 1 ano da Revista Entrevistas e Conquistas. E para tornar ainda mais especial, convidamos nossa querida Priscilinha. Veja como foi a edição do primeiro aniversário da Revista: 

J: Como o Jorres chegou na sua vida? 

PA: Eu lembro que eu já havia feito primeira comunhão e eu fiquei distante, não era aquela coisa dinâmica igual hoje, era mais tranquilo, não chamava muito atenção. E tinha um grupinho que estudava junto e me chamaram pra ao grupo de jovens, eu acho que foi a Rosana, a Erika e o Negão. Eu vim num sábado a noite, tinha poucas pessoas, mas de alguma forma, o fato de existir um um grupo que se reunia no sábado a noite, me tocou, pois enquanto todo mundo estava se preparado pra sair, nesse grupo existia um objetivo maior que era adorar o Senhor e além disso, ajudar as pessoas. Aí foram acontecendo os eventos, a gente participava das quermesses, comecei a ajudar na Igreja e foi assim a minha entrada pro Jorres. 

Novembro/2011 - Edivan Silva de Andrade

Novembro de 2011 foi um mês másculo na Entrevistas & Conquistas. Edivan Andrade pousou para nossas lentes de social, como manda o figurino de um grande homem. Ele nos contou um pouquinho de sua história com o Jorres, veja como foi:

J: Quais foram os momentos mais marcantes que você teve dentro do grupo de jovens?

EA: O primeiro foi o acolhimento que a galera teve comigo, eu poderia até desanimar, mas a galera dava tanta força que eu continuava firme. Meu primeiro objetivo era conhecer todo mundo e acabei conhecendo todo mundo. O Fê foi a pessoa que me recebeu, e eu lembro que a primeira conversa que eu tive foi com o Negão, o pessoal tava saindo e ele me chamou pra conversar, e eu achei estranho porque ele tinha entrado no meu orkut e eu conhecia ele do Marabá, mas eu falei: "Quem é esse muleque?" e aí, quando a gente se viu ele me chamou pra conversar, me explicou sobre a igreja, sobre o grupo de jovens.Outra coisa que eu lembro, foi o Retiro de Restauração que eu sempre tive vontade de ir em um, mas nunca tive a oportunidade, eu tive alguns retiros que começavam de manhã mas logo de tarde terminava. E quando me chamaram pra ir nesse retiro eu ainda era novo na Igreja e os coordenadores me falaram que tinham comprado uma briga pra que eu pudesse ir, pois não queriam deixar, pois era mais voltado pra quem já tinha feito TLC. E nesse retiro ouve uma grande ação do Espírito Santo no sábado de noite e eu pude sentir muito forte em mim essa sensação diferente, e foi um retiro que eu nunca mais vou esquecer.Outro momento foi o TLC que é praticamente fora do normal tudo que você sente lá, mas o mais legal foi quando tudo acabou e que eu pude voltar pra casa e ver a minha mãe e pude lembrar que tudo começou por causa dela, ela que conversou com a Lurdinha, ela que me deu forças pra eu ir pra Igreja.E outro momento foi a oportunidade de trabalhar no TLC, os coordenadores me deram muita força, o Antonio, o Régis e a Thati me chamaram pra conversar e disseram que acreditavam em mim e alí eu percebi que não poderia desperdiçar a chance que eles me deram. E eu senti algo muito bom servindo, podendo ajudar as pessoas que estavam cursando e se convertendo, e hoje quando eu encontro com o pessoal e vejo eles me cumprimentando eu fico muito feliz pela oportunidade confiada.

Dezembro/2011 - Renata Gagliard

Para fechar aquele ano com chave de ouro escolhemos uma loirinha que foi um grande tesouro para a Família Jorres, Renatinha. Numa sessão de fotos com bastante poses e maquiagens, ela nos confidenciou alguns momentos dentro do Jorres. Veja:

J: E quais foram as sua experiências dentro do Jorres?

RG: É difícil de descrever porque eu vivi várias experiências lá dentro, tanto que falo que sou um fruto do Jorres e que as experiências que eu vivi dentro do grupo pra minha vida, foram que me formando e fizeram o que eu sou hoje. Eu posso citar uma por exemplo, o Alex ainda era coordenador e o grupo foi na salinha, e os grupos das salinhas sempre são os melhores (risos), e naquele dia o Alex conduziu uma oração e estavam todos os jovens reunidos e foi um momento muito forte, onde ali eu senti verdadeiramente a presença de Deus não só naquele grupo, mas eu pude sentir o carinho e o cuidado de Deus também, não só comigo mas com todos aqueles jovens que estavam reunidos naquela noite e naquela sala.

Janeiro/2012 - Reinaldo 

O mês de janeiro era o inicio daquele ano. Nos reunimos em uma das salinhas do salão de nossa comunidade e conversamos um pouco com esse grande irmão na história da Família Jorres, o Reinaldo. Confira: 

J: Como foi sua entrada no Jorres? 

R: Em fevereiro de 1998. Fui convidado pelo Junão, que já tinha começado a participar do grupo e era meu vizinho. Ele saiu convidando todo mundo... Chamou o Militão e um pessoal que morava ali perto e eu resolvi atender a esse convite. 

Fevereiro/2012 - Michele Gonçalves Assunção

 

Ela chegou surpreendente. Quem visualizava as fotos da edição de fevereiro de 2012, não acreditava que aquela era a Michele. Arrasando no figurino e na maquiagem, ela nos presenteou com suas palavras, que ao contrário do que muitos pensavam, eram doces como um mel. Confira: 

J: O que você aprendeu no Jorres? 

MG: Falando como Jorres, eu aprendi a amar as pessoas mesmo elas sendo falhas, porque eu fui amada nas minhas falhas e defeitos. Aprendi que levar a sério as coisas de Deus é importante, levar o amor de Deus é importante, seja num abraço, num sorriso ou até mesmo em uma brincadeira. Acredito que é isso que se aprende no Jorres: Ser diferente e fazer a diferença. 

Março/2012 - William Rodrigues

Ele estava prestes a seguir a sua vocação. E como nós amamos os irmãos que saem do Jorres para fazer a vontade de Deus, resolvemos sabatiná-lo, William ou somente Will.
A vontade de se doar inteiramente a Deus eram parte integrante das palavras e gestos do Will e isso nos rendeu uma grande entrevista. Confira:

J: Como foi sua entrada no Jorres?

WR: Lembro que uma vez, estava saindo da catequese de adultos e a Priscila me "puxou" para o grupo que estava acontecendo na salinha. Nesse grupo, o pessoal estava discutindo o planejamento de alguns eventos que o grupo iria fazer naquele ano. Durante o grupo me deram a oportunidade de falar e eu comecei a falar. Falei do Movimento que participava e todos ficaram olhando pra minha cara e pensando: "Esse menino é doido" (risos)

Abril/2012 - Auriane Souza 

No mês de abril, a Auriane veio recordar as marcas da eternidade em sua vida. Uma linda jovem que soube aproveitar os tempos de Jorres deixando ser modelada por Deus. Confira:

J: Como foi sua chegada no Jorres?

AS: Eu fazia academia e tinha um grupo de dança na Toque Dance, o Leandro (Negão) e a Ana Cardoso também faziam parte do meu grupo de dança. E fomos convidados para dançar em uma Festa no Cemur, onde estavam outros membros do Jorres, além do Negão e da Ana. Acabei me apaixonando por um membro do Jorres (risos). E ai foi... Comecei a frequentar a Igreja diariamente, pois antes ia só de vez em quando, porque não entendia muito.  Mas comecei a ir não por que amava a Deus, e sim por que me apaixonei por essa pessoa que não estava nem ai pra mim, e que no fim não deu em nada. Mas quando vi já estava envolvida no Jorres, e envolvida com grandes amigos que fiz lá dentro, tanto que fui convidada para o 3º Retiro do Jorres (REJIS) e lá fui tocada, comecei a sentir o verdadeiro amor de Deus em mim e me apaixonei novamente, mas dessa vez não por um menino e sim por Deus. 

Maio/2012 - Márcia Salles 

No segundo mês das mamães da Revista Entrevistas & Conquistas, resolvemos chamar uma mamãe arretada, Márcia Salles. Uma mamãe que pintou e bordou dentro do Jorres, mas soube absorver tudo o que Deus ensinou a ela nesse período. E nos apresentou seu lindo, Peu. Veja: 

J: E quais os momentos inesquecíveis com o Jorres?

MS: Estava tão feliz de ter feito meu T.L.C., que fui no Habibs e gastei 50 reais de onde não tinha (risos), mas foi de coração. A união do Jorres, ao juntar dinheiro e comprar uma tubaína pra todo mundo, em ajudar o próximo... Um exemplo disso era o sopão para as pessoas carentes que a juventude ajudava. E lógico, as festas e filmes na casa da galera. Gostaria que meu filho Pedro, participasse de tudo isso um dia, pois foi importante para minha vida e tenho certeza que vai ser pra vida dele também.

Junho/2012 - Lilian e Edilson

O mês de junho é considerado o mês da família dentro da Revista Entrevistas & Conquistas, por isso, naquele ano, resolvemos trazer a história da Lilian e do Edilson, uma família que saiu do ceio do Jorres e de um lindo fruto, a Giovana (agora também tem o Enzo). Veja o que eles disseram:

J: Como foi a entrada de vocês no Jorres?

LE: Eu fazia crisma e meu catequista era o Cícero... Nas últimas semanas ele teve uma ideia de montar um grupo de Jovens, mas começou com o nome de Jorres. Depois de nos apresentar a ideia e de nos convidar, eu não me interessei muito, pois não queria deixar de ir nas festas de sábado só para ir em grupo de Jovens e ter compromissos chatos. Mas no segundo grupo fui, participei e comecei a gostar. Ai então, eu fui ficando, fui ficando... E quando percebi já estava dentro do Jorres, e permaneci nele 3 anos especiais da minha vida.

EL: A minha foi a mais inusitada de todas, pois frequentava o bar que tinha do lado da casa do Junão e estava sempre lá. E o Junão sempre me chamou para ir para a Igreja, e eu fugia sempre. Em 2000 foi onde tudo começou. Estava eu sábado a tarde em cima da laje de casa esperando minha namorada, e vi um povo louco saindo da igreja, cantando e louvando músicas de Deus, e eu olhei aquilo e falei que todo mundo era louco. Ali comecei a ver personagens doidos, como Piu, Fábio, e o Mauricio, e aquilo me balançou, pois andava com esses meninos aqui fora e tocávamos em um grupo de pagode, tanto que o meu papel no grupo de Samba era Roadie (risos), e do nada vejo eles ali, cantando outras músicas que não era do mundo e sim de Deus. Fiquei mega curioso e com vontade de ir lá, e o que veio na minha cabeça foi ir ate lá no próximo sábado saber o que tinha de tão bom que deixava os  jovens felizes. Sábado seguinte fui, entrei na Igreja, fiquei de fininho vi todo mundo, e o grupo rolando, tanto que estava sendo feito pelo Piu e o Fabio, e lembro que o tema  era sobre amizade e aquilo me tocou. Acabou o grupo tentei sair de fininho, só que o Junão me pegou e pediu para eu esperar, e o Junão vira pra mim e pro Mauricio e fala: “vocês estão preparados? Pois semana que vem vocês vão fazer o grupo..” Ai quase morri! Aceitei o convite e o Mauricio me ajudou, ficamos a semana inteira bolando o grupo, e foi tudo maravilhoso, tanto que queria mais, mais e mais, e queria também levar pessoas para dentro do grupo e fazer eles sentir aquilo que eu senti quando entrei. Levei muita gente, tanto que tentei levar minha namorada e ela não quis pois era evangélica. Ai virei pra ela e disse: “então querida, cada um no seu quadrado”. E assim segui no Jorres.

Julho/2012 - Vinicius Monteiro

 
O mês de Julho nos trouxe a praticidade do Vinicius. Um cara que preza pela organização das coisas e que está sempre buscando a perfeição nas missões que Deus o confia. Confira: 

J: O que te chama mais atenção no Jorres? 

VM: A organização. O Jorres é muito organizado, tanto em ministério quanto espiritual e nos trabalhos. Isso é muito bom para o jovem, pois ele tem opção de participar daquilo que se identifica. Dentro do Jorres temos tudo isso, temos jovens envolvidos em todos os lugares. E também é uma família, pois dentro da nossa própria casa brigamos com as pessoas de lá, choramos com elas, passamos por problemas, mas estamos sempre juntos, vejo que a família Jorres é semelhante a isso. Mesmo assim com erros, acertos e diferenças, vejo que todo mundo se ama e que após 5 minutos pós briga, todo mundo está junto novamente.     

Agosto/2012 - Erika Rocha

Na 23ª Edição, revelamos um pouco da história da querida Erikinha com o Jorres. Uma menina de fibra e muita garra, que lutou pelo Jorres com unhas, dentes e muito amor. Confira:

J: Como foi sua entrada para o Jorres?

ER: Eu sempre quis participar do Grupo de jovens, mas meu pai não deixava por causa do horário e o Leandro sempre me perguntava o por que não podia ficar até tarde e eu ficava muito triste em não poder participar até o final, mas esperei um pouco o tempo passar ate completar mais idade para frequentar o Jorres, ai peguei firme, fiz meu TLC, comecei a dar catequese e não faltava no grupo de jeito nenhum.

Setembro/2012 - Régis Mello Vieira 

O mês de aniversário do Jorres sempre trás uma grande pessoa para a história do Jorres e o ano de 2012 não foi diferente, trouxemos uma grande pessoa, talvez não pela estatura, mas pela personalidade verdadeira e autêntica do Régis. Confira o que ele disse: 

J: Conte como foi a sua história pra entrar no Jorres: 

RM: Eu sempre meti o pau no Jorres, meu irmão participava antigamente do grupo de jovens e me irritava profundamente aqueles jovens, aquelas musiquinhas, aquelas baguncinhas, aqueles choros... As pessoas vinham muito aqui na minha casa por causa do Negão. E a minha entrada foi assim, eu comecei a fazer o crisma em 2003 e quando acabava o crisma, o pessoal ficava para o grupo de jovens e como eu sempre meti o pau no grupo, eu dizia que jamais participaria, e o pessoal do crisma também me irritava, e como eles ficavam pro grupo de jovens me irritava mais ainda e nisso eu voltava pra minha casa. Até que um dia a Larissa me chamou para ir na festa de 07 anos do grupo de jovens, porque ela tinha sido convidada e eu disse pra ela que não gostava do grupo de jovens, e ela disse que também não gostava, mas não queria fazer desfeita com o convite, mas acabei não indo, mas prometi a ela que iria no próximo sábado. Chegou o próximo sábado e estava com o pé quebrado porque tinha machucado dias antes, mas cumpri minha promessa e fui. Eu lembro que fizeram um teatro nesse dia, mas sei que foi através do pessoal do crisma. E esse encontro me marcou muito.

Outubro/2012 - Kelly Cristina

Uma menina que prefere os gestos do que a fala exagerada, essa é a Kelly. Ela nos privilegiou no mês de outubro do ano de 2012. Confira:

J: Embora sendo nova na família, conte-nos como foi sua entrada no Jorres:

KC: Eu não lembro ao certo como foi minha entrada. Eu frequento a 01 ano mais ou menos, a Priscila vivia me chamando, mas antes eu vinha sempre nas festinhas. (risos)
Mas quando entrei eu lembro de uma pregação do Roberto aqui na Igreja e me marcou muito.

Novembro/2012 - Thiago Santos Ferreira 

Talvez, um dos maiores comediantes da história da Família Jorres. Sempre cheio de brincadeiras e piadinhas, o Thiago, carinhosamente chamado de Fofão, sempre alegra o ambiente (até demais as vezes). Outra coisa que o Thiago sabe fazer também, é o bem, que emana de um grande coração. Novembro foi com ele, o Thiago, confira: 

J: Como foi sua entrada para o Jorres? 

TSF: Estava fazendo crisma e na mesma época estava acontecendo o sopão na casa do Mizael, o Edvan estava lá e me chamou para ajudar. Fui pensando que era pra ganhar dinheiro(risos), mas no final das contas acabei ajudando de graça, gostando, e lá mesmo fui convidado para participar do Jorres e acabei indo e participando do grupo. 

Dezembro/2012 - Jéssica Souza 

O ano da Entrevistas & Conquistas sempre acaba de maneira triunfante, pois é, 2012 não foi diferente, tivemos a Jéssica. Uma garota que é Natal o ano inteiro, disposição e vontade o ano inteiro e uma Jorres a vida toda. Confira: 

J: Conte um pouquinho da sua história com a Família Jorres: 

JS: Então, minha história com o Jorres começou depois do meu T.L.C. em 2010, momento muito importante e inesquecível da minha vida que tive o prazer de fazer com a Cléo, a Jéssica Gomes, Gabriel, Malú, Adenilton e o Van, que foram pessoas que permaneceram na Família Jorres junto comigo. Depois que entrei  não consegui mais largar, pois o Jorres é mais que um grupo que se encontra aos sábados, ele é mais que uma família. 

Janeiro/2013 - Claudemir Madeira Jr. (Toli)

2013 começou a todo vapor com servo trabalhador, Toli.
Um cara que era pau pra toda obra, trabalhava mesmo, dava a cara pra bater, se sujava pela coisas do Jorres e soube usufruir de tudo isso. Confira algumas palavras do Toli:

J: Conte como foi a sua história com o Jorres:

Mjr: Foi engraçado! Eu lembro como se fosse hoje. Eu morei no Marabá durante quase 20 anos, logo quando mudei para o bairro eu comecei a trabalhar na padaria do Marabá e dali a gente tinha uma visão bem clara de tudo que acontece na frente da Igreja e com isso me despertou uma certa curiosidade em querer saber o que um certo grupo de pessoas, aparentemente da minha idade ou mais novos, faziam num sábado no início de noite na igreja. E com isso eu peguei essa curiosidade, fui, gostei e fiquei durante quase 4 anos. Aprendi muita coisa, consegui passar muita coisa também, mas digo que aprendi muito mais.

Fevereiro/2013 - Yedda de Paula Jones 

A Yedda veio com tudo no mês de fevereiro do ano de 2013! Falou, fotografo, filmou, se emocionou, recordou e envangelizou com o seu lindo testemunho. Uma grande menina para uma grande entrevista. Confira: 

J: Conte-nos três momentos no Jorres que ficaram marcados para você: 

YJ: A primeira vez que fui ao Jorres, foi duas semanas após o meu T.L.C. Foi muito bom conhecer todos, fui acolhida muito bem no Jorres. Estar no Jorres me ensinou a ser uma jovem feliz, esse é um dos momentos que ficará na lembrança. O outro foi quando levei o Murillo e o Henrique para o grupo também quis mostrar para eles como seria bom participar dessa família. O outro dia que ficou muito marcado em minha vida, foi quando estava dando tudo errado, eu estava fraca tinha me afastado um pouco de Deus, pensei até em desistir e nesse dia foi o Antônio que pregou, ele falou muito de coração “onde estava o nosso coração” e isso mexeu muito comigo. Gente, até parece coisa de louco, mas nesse dia eu acordei com uma música na cabeça, só que não sabia cantar essa música com a qual eu havia sonhado e não por coincidência, mas por providência de Deus, foi a música que foi cantada nesse dia “Meu Tesouro”. E é essa música que me anima todos os dias.

Março/2013 - Rodrigo Francisco 

Em março aumentamos o volume e deixamos o som grave, porque o baixista Rodrigo (Astolfo) veio com muita história na caixa. Confira: 

J: Como e quando foi a sua entrada no Jorres?

RF: Nossa, nem lembro, mas creio que foi depois da perseverança, tinha 13 anos e logo em seguida em 2003 comecei o Crisma. Essa época foi a minha melhor no Jorres, pois eu já emendava o grupo logo após o Crisma, me lembro de ficarmos inventado coreografias, dançando, louvando, e nunca vou esquecer, pois foi uma época muito engraçada e que aprendi muito com tudo que vivi.

Abril/2013 - Juliana Aparecida 

Com certeza, a Juliana foi uma das pessoas que mais se doaram pelo Jorres no tempo em que esteve ativa no grupo. A sede de Deus e a vontade de mostrá-lo aos outros irmãos é marca registrada dessa querida irmã. Confira: 

J: Quando você começou no Jorres?

JA: Minhas experiências no Jorres foram muito boas, fiz muitas amizades. Aprendi muito! Quando comecei a participar eu andava com o pessoal mais velho, aprendi muito com eles. Sou muito grata de ter feito parte do Grupo de Jovens, foi gratificante e um momento muito bom na minha vida que eu vou levar pra sempre. Passamos por muitas coisas juntos, momentos bons, momentos ruins, mas sempre estive ao lado do pessoal e sei que eles estão comigo até hoje. 

Maio/2013 - Andreia Simi

Como o mês de maio é o mês das mamães, resolvemos chamar a mãe do Pedro, conhece? É a Andreia! Ela cantou, bagunçou, cantou, bagunçou mais um pouquinho e descobri a graça do amor de Deus. Hoje ela transmite esse amor para a sua família. Confira: 

J: Como foi seu início de caminhada e o que te motivou a permanecer até hoje? 

AS: Bom, meu inicio na caminhada se deu através da minha irmã Sandra (Alessandra) que participava da Igreja além de algumas amigas vizinhas. Me chamaram para cantar na Pastoral da Liturgia e eu comecei a cantar. Entrei numa época onde aconteciam algumas divergências entre os mais novos e os mais velhos (risos), pois os mais velhos não queriam cantar com os mais novos e vice-versa, mas no fim, acabava dando certo. Nesse mesmo período comecei a cantar no Jorres e não teve jeito, a música me pegou e sigo até hoje servindo na liturgia. 

Junho/2013 - Cristiane Ferreira e Avelino André 

Uma família formada no Jorres. A Cris e o André se conheceram no grupo e formaram uma família com a chegada da Vitória. Leia um pouquinho do que eles falaram nesse mês das famílias da Revista Entrevistas & Conquistas. 

J: Como foi a sua entrada para o Jorres?

CFAA: O convite foi feito pela Mariângela irmã da Jú. Eu tinha 11 anos e era novinha, mas quando entrei e conheci, não quis sair mais. Quem coordenava o grupo na época era o Silvano. 

AACF: Lembro que terminei o ensino médio e estava estudando para prestar o vestibulinho com a Alessandra (Sandra) e o José Augusto (Guto), que já participavam do grupo. Eles sempre me chamavam e eu sempre resistia, invetando desculpas para não ir. Um dia passei na Sandra para pegar um material de estudo e o Reinaldo estava na casa dela preparando o grupo. Conheci o Reinaldo nesse dia e logo ele me convidou para fazer uma visita no ao grupo, me apresentou a forma da família Jorres evangelizar e por fim acabei indo de tanto que os 3 (Sandra, Guto e Reinaldo) insistiram. (risos) No meu primeiro dia de grupo, olhei na frente da Igreja e os jovens estavam na praça, pois naquele dia o Junão se despedia do grupo como coordenador deixando o Mauricio no seu lugar, nesse dia o Junão me disse para não desistir, pois eu estava entrando no Jorres e ele saindo.       

Julho/2013 - Juliane Noronha 

O mês de julho de 2013 estava exalando um cheiro de flores, um perfume sensível, era a Juliane que estava chegando. A nossa entrevistadas do mês estava exalando bons cheiros. Confira: 

J: E o início no Jorres, como foi? 

JN: Como minha mãe me "obrigava" ir à Igreja, eu levava uma amiga (Tabata) comigo, pra poder conversar, distrair, pois eu achava a Missa muito chata. Nós fomos ensaiando a nossa entrada no grupo até que um dia, nos avisos finais da Missa teve um convite para o grupo de jovens, não me lembro quem o fez, mas acabamos indo nesse grupo conforme instruções do convite. Esse grupo foi conduzido pelo Kléber (irmão do Jeferson) e ele falava sobre a oração do Pai nosso. Achei o grupo muito bacana, muito alegre e com pessoas muito receptivas e acabei gostando e indo todos os sábados.

Agosto/2013 - Elson Andrade

 

Essa entrevista foi especial, pois foi feita em solo carioca em plena JMJ Rio2013. Um mar de juventude é o que o Elson é! Um jovem de alma alegre que esteve no maior evento da história da Juventude Católica do Brasil, nos contou como foi e o que sentiu. Confira: 

J: Qual a sensação de sair de São Paulo e ver o Papa no Rio de Janeiro? 

EA: Foi uma sensação maravilhosa, inexplicável, foi como um chamamento de Deus na minha caminhada. Eu nem acredito que vi o Papa! Pude perceber que, por mais que doa, tudo o que aconteceu na minha vida não foi por acaso e sim parte dos planos de Deus. Valeu muito apena o cansaço, o estresse, a demora, além de aguentar o Régis, a Thati, o Antonio, o Ph, a Jú, a Yedda, o Fê, a Priscila, a Cléo, a Jéssica, o Vini, a Renata e o Hermano, (risos). Foi muito bom.  

Setembro/2013 - Mauricio da Gama Moura 

A edição mais especial da história da Revista Entrevistas e Conquistas, foi a 36ª. A saudade que se tornou uma pessoa, a lembrança de um grande homem, um grande filho, um grande jovem e um grande cristão, Maurício, o Camarão. A família dele nos contou um pouco sobre o Maurício e como ele era. Confira: 

J: Como foi a entrada do Maurício na Igreja? 

Mãe: Isso foi uma comédia, vocês nem imaginam (risos). O Junão e o Rogério (Tchera) convidou ele pra ir à Igreja e ele disse que não iria. Os meninos insistiram tanto, que um dia ele chegou aqui me perguntando: "Mãe, a senhora tem 20 reais?" Eu perguntei: "Para quê?" E ele me respondeu: "O pessoal falou que vai ter um encontro de jovens não sei onde, eu não quero ir, mas eles estão insistindo, quem sabe". Só sei dizer que ele acabou aceitando, mas as vagas tinham acabado e ele não se importou muito. No mesmo dia ele foi até a quadra da escola e não demorou muito ele chegou aqui dizendo que uma pessoa tinha desistido de ir e que ele iria. Ele me disse que além do dinheiro, precisaria de um terço, uma bíblia, uma mochila de roupas, mas que não sabia muito bem o que era o terço, a bíblia e eu acabei relembrando um pouco o que era e para que servia, já que ele não tinha o hábito de usar. Depois desse encontro, nunca mais ele saiu da Igreja. 

Irmã: Quando os meninos foram convidar ele, eles falaram que teria piscina, campo de futebol e ele ficou super empolgado. O Rogério acabou enganando ele (risos). Quando ele voltou, na mesma semana começou a frequentar a Igreja e não parou mais de ir.

Mãe: Depois desse encontro, o Rogério acabou sofrendo um acidente de moto e pediu para o Mauricio ficar no lugar dele, cantando na Igreja, mas o Mauricio ficou com receio, falou que o Padre Carlos não aceitar e tal, mas o Rogério disse que falaria com a Nalva, coma Dona Lola e acabou convencendo ele. Todo mundo gostou e ele continuo cantando até o dia que acabou sofrendo o acidente. 

Pai: Depois do encontro, ele tinha uma grande vontade de cantar na Igreja, mas ele tinha um pouco de vergonha. 

Mãe: a "varinha de condão" foi o Rogério. Com o acidente, ele ficou um tempo fora e o Mauricio teve a oportunidade de começar. O Rogério queria que ele fosse.  

Pai: Quando ele estava dentro da Igreja, ele conseguiu trazer o Mizael para Igreja. Toda vez que o Mizael me encontra ele fala sobre isso. 

Mãe: Já dentro da Igreja, começou o projeto do sopão e algumas coisas da Igreja eram sagrada, o dízimo, a assinatura de uma revista da Canção Nova e uma contribuição que ele fazia para a TV Aparecida, além de algumas coisas que o sopão precisava. 

Pai: inclusive, as panelas do sopão eu fui comprar com ele lá em Santo Amaro... trouxe um monte de panela, cada uma maior que a outra (risos).

Mãe: Ele também tirava um tempo para visitar as crianças da casa do câncer. Fazia muitas coisas da Igreja na Paróquia, na Catedral e em outros lugares, acabava se dividindo em mil, mas dava um jeito. 

Pai: Era engraçado quando as vezes ele chegava um pouco "azedo" com o Pe. Carlos (risos). Quando a gente conversava, eu costumava falar para ele, que ele tinha muita paciência para aturar algumas coisas que acontecia, que acontece em todo lugar que tenha gente. 

Outubro/2013 - Denis Carvalho 

No apagar das luzes do mês de outubro de 2013, apareceu o Denis. O Denis nos disse que "A base da caminhada dele, foi o Jorres. Trabalhou e orou por um Jorres melhor. Confira o que mais ele disse: 

J: Dentre os inúmeros momentos que você viveu dentro do Jorres, cite alguns que te marcaram:  

DC: Então, os Retiros foram momentos que me marcaram bastante. São dias que eu não esqueço. Toda vez que converso com o pessoal da época lembramos dos Retiros. Eles eram extremamente carismáticos, momentos maravilhosos de amizade com todos. Tem também as vigílias que na nossa época eram realmente vigílias, pois ficávamos do inicio até o fim dentro da Igreja, podia ser na Catedral, na Paróquia... Hoje em dia podemos dar uma parada pra dormir, mais ou menos como a vigília dos apóstolos, onde eles dormiam e Jesus os repreendia. As pessoas também me marcaram bastante. Silvano, quase um diretor espiritual pra mim na época, Mariangela, minha madrinha de crisma, o Guto, que era uma grande irmão, o Tomaz, Toli, Elielza, muitas pessoas maravilhosas. Teve uma situação em que o padre havia vetado a intercessão na Igreja e nós começamos a fazer na casa das pessoas, mas numa determinada situação decidimos fazer na Igreja. Juntou um pessoal e começamos a orar. Durante a oração, escutamos um barulho na porta e começamos a se esconder dentro da Igreja, pois achamos que era o padre, mas no fim, não era. Foi meio tenso esse dia (risos).

Novembro/2013 - Karine de Melo Cardoso 

A delicadeza no servir, foi isso que a edição de novembro de 2013 veio retratar ao entrevistar a Karine ou mais conhecida por nós como Morango. Confira um pouco do que falamos: 

J: E como surgiu o Jorres na sua vida? 

KM: Então, quando eu entrei na catequese muita gente: Thati, Fernado, PH, o pessoal da escola - e todas essas pessoas me fizeram o convite para participar do grupo de jovens. Eu aceitei, pois nunca tinha ido e gostaria de saber como era. Fui e gostei! Aprendi muitas coisas, tenho uma gratidão enorme pelas pessoas que naquela época me acolheram... Carlos, Alex, são pessoas que eu não esqueço, entre outros que estavam naquela época. Fui indo aos encontros, conhecendo mais, me sentindo acolhida, mesmo que as vezes fosse um pouco difícil por ser nova na Igreja, eu continuei no caminho.

Dezembro/2013 - Murillo e Henrique Jones 

O último mês do ano de 2013 é praticamente vizinho do ano que estamos, ainda lembramos com carinho da edição desse mês, pois ela nos trouxe, Murillo e Henrique, os irmãos Jones. A pouca não é motivo para imaturidade, muito pelo contrário, esses dois são extremamente maduros e sabem exatamente a quem dar os seus dons. Confira: 

J: Conte-nos como vocês começaram na Igreja, na caminhada cristã: 

MJHJ: Na verdade, naquela época, acredito que não era para sermos católicos. Meu irmão estudava em uma escola que tinha o hábito de rezar todos os dias a oração do Pai nosso, mas ele não sabia rezar e ficava somente mexendo a boca ou repetia a frase após alguns amigos falarem. Ele acabou contando para nossa mãe essa situação e ela acabou ficando um pouco envergonhada...

HJMJ: ... nisso eu pedi para que minha mãe me ensinasse a oração do Pai nosso, para que eu parasse de gaguejar ou de ficar repetindo as outras pessoas. (risos) Minha mãe acabou concordando. Algum tempo depois, a minha irmã (Yedda), pediu para que minha mãe voltasse a levar ela à Igreja. Minha mãe procurou uma Igreja e acabou indo em uma protestante na Vicente (rua do Pq. Marabá). Nós começamos a frequentá-la, mas não nos sentíamos bem, pois não era aquilo que nós estávamos procurando. Minha mãe continuou procurando e acabou encontrando a nossa Igreja (Maria Mãe da Igreja). Ela participou de uma Missa e depois levou a gente...

Janeiro/2014 - Carolina Souza 


O ano de 2014 começou com criatividade e ousadia, fomos ao estúdio da alma da nossa futura Arquiteta, Carolina Souza. Essa está fresquinha em nossa memória: 

J: Como foi a sua entrada no Jorres? 

CS: Eu não lembro exatamente quando foi o primeiro grupo, participei na época em que os coordenadores eram o Alex, o Reinaldo e o Carlos. Quando eu comecei, foi a época em que o Maurício sofreu o acidente, então era uma luta para permanecer o Grupo, fazíamos oração e jejuns pela vida do Maurício. Teve um grupo de jovens e foi um dos primeiros que o Alex conduziu um momento com o Espírito Santo e ele cantava "encontrei-me com Jesus no Jardim...", eu já gostava de ficar lá na frente, perto de Jesus Eucarístico, e acabei repousando. Foi a primeira vez que eu repousei... Eu demorei um pouco para acordar... E a Ju se aproximou e disse: "Cá, ta na hora...". Aí eu fui me levantando, mas não acordando, era um momento de muita graça. Nós já éramos muito próximas, mas a partir dai, nós ficamos mais. Também pelo Grupo de Oração Caminhando para Cristo, pois com o acidente do Maurício, a Ju teve que ocupar outras funções no Grupo, tinha a insegurança dela, a nossa, pois estávamos começando, e aprendemos muito juntos. Os grupos eram demais, tinha os cafés da manhã, os famosos grupos da salinha... Tive muitas visões nesses grupos que se cumprem hoje em minha vida. Não da pra separar a minha história do Jorres e do Grupo de Oração Caminhando para Cristo, pois eu vivi as duas coisas muito intensamente e juntas... Era uma época muito gostosa de se viver. O que marcou o Jorres pra mim foi a espiritualidade.


Edição, Redação, Fotos e Idealização: Ministério Jorres de  Comunicação

Deus abençoe todos os nossos leitores ; D

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