quinta-feira, dezembro 15, 2011

Entrevista Mês de Dezembro/11



REVISTA JORRES
ENTREVISTAS & CONQUISTAS


Renata Gagliard Gomes
"Chegou tímida em nosso meio mas cheia de carinho e logo contagiou os que estavam ao seu lado. Veio como um presente de Natal nos presenteando com seu jeito, e nós resolvemos presenteá-la com a  entrevista de Dezembro."  

15ª Edição: Dezembro/2011


J: Quem é a Renata?


R: A Renata é uma pessoa que acredita muito em Deus, que ama muito a sua família, seus amigos, que sonha muito, que acredita que Deus pode todas as coisas e de que "Quem luta sempre alcança", essa é a Renata hoje.


J: A Renata de hoje é muito diferente da Renata de antigamente?

R: Não, eu sempre fui educada na igreja pelo meus avós e pelo meus pais, só que durante a nossa vida, a gente começa a conhecer e a viver várias coisas e quando a gente se depara com várias experiências, principalmente com Deus, existem algumas coisas que precisamos deixar e outras não até a gente adquirir uma maturidade espiritual e hoje eu me vejo que eu não sou a pessoa mais madura, mas que hoje eu pude saber quem eu sou tanto na fé como pessoalmente falando.

J: Como foi a sua entrada no JORRES?

R: Eu lembro que eu participava da Comunidade Nossa Senhora das Graças do grupo Arcanjos Urbanos e eles estavam comemorando o primeiro ano do grupo e fizeram um bolo e nisso eu comecei a conhecer o pessoal do Marabá, comecei a participar bastante de lá e comecei a me identificar muito com as pessoas, com o grupo em si. E eu lembro que o grupo foi uma vez pro Ibirapuera e eu já tinha ido em alguns grupos e nesse dia foi aniversário do JORRES de 11 anos e no de 10 anos eu já tinha ido na festa e quando a gente foi pro Ibirapuera, alí foi a minha entrada oficial. Estava todo mundo numa roda e eu lembro que o Carlos ainda era coordenador na época e ele perguntou pra mim se eu era ou não do JORRES e alí eu dei o meu "Sim" pro JORRES.

J: E quais foram as suas experiências dentro do JORRES?

R: É difícil de descrever porque eu vivi várias experiências lá dentro, tanto que eu falo que eu sou um fruto do JORRES e que as experiências que eu vivi dentro do grupo pra minha vida, foram que me formaram e fizeram ser quem eu sou hoje. Eu posso citar uma por exemplo que o Alex ainda era coordenador e o grupo foi na salinha, e os grupos das salinhas sempre são os melhores (risos), e naquele dia o Alex conduziu uma oração e estavam todos os jovens reunidos e foi um momento muito forte, onde ali eu senti verdadeiramente a presença de Deus não só naquele grupo mas eu pude sentir o carinho e o cuidado de Deus também, não só comigo mas com todos aqueles jovens que estavam reunidos naquela noite e naquela sala.

J: Conte três momentos que foram marcantes dentro do grupo.

R: Esse momento da salinha que eu citei pra mim foi muito marcante, um outro momento que eu vivi dentro do JORRES, foi que uma vez eu cheguei no grupo e já tinha começado, e eu cheguei triste, cheguei pra baixo e nem sabia mais o que eu estava fazendo lá e nisso o ministério de música começou a conduzir a oração e eu me ajoelhei diante do Santíssimo e disse pra Jesus que se Ele existisse, que ele falasse comigo que desse algum sinal pra mim, porque eu tava muito perdida, chorando muito sem explicação e aí naquela noite, acho que era o PH que estava ministrando a oração e ele disse como se fosse pra mim mesma que Deus estava comigo mesmo se eu nem acreditasse naquilo, e isso foi tão importante pra mim que eu só tinha lágrimas pra louvar a Deus por ele estar ao meu lado em todos os momentos e isso aconteceu dentro do JORRES também. Um outro momento marcante e que são vários, são os momentos que a gente se reúne, que a gente é amigo, que a gente é família, que ficamos juntos, que a gente conversa, partilha um a vida com o outro e um almoço que teve na minha casa no feriado de Finados, que todo mundo veio, que a gente riu, que a gente brincou, que a gente pode ser amigo, que a gente pode tomar banho de bexiga d'água. Um outro momento marcante que eu me recordo foram os "S.O.S Comunidade" que fizemos na casa das famílias que víamos e ouvíamos os testemunhos de cada família que dentro do JORRES a gente pode ser sinal de Deus na casa de alguém, na família de alguém, fazer história pra outras famílias. E são vários os momentos que eu posso citar que me formaram como pessoa.

J: Foi dentro do JORRES que você começou a pregar. Conte como deu início esse ministério que Deus confiou a você.


R: Eu lembro que a gente tava num grupo de jovens, se não me engano no primeiro grupo de 2009, e nesse foi grupo dos "sonhos" e eu lembro que os coordenadores pediram pra gente escrever os sonhos que a gente queria realizar naquele ano, e no meu TLC eu tive um momento muito incrível e eu falei pra Deus que "eu também queria fazer com que as pessoas sentissem o que eu estou sentindo agora, mas que seja feita a tua vontade". E nesse grupo, um dos meus sonhos eu escrevi que eu queria pregar e levar a palavra de Deus para outras pessoas e naquele mesmo ano, Deus concedeu a graça de eu pregar e o primeiro tema quem me passou foi o Reberton e ele pediu pra eu falar sobre Nossa Senhora no Grupo de Oração. E a partir daquele momento então eu comecei a pregar com a graça e a misericórdia de Deus. E eu acredito que o "pregar" é mais do que falar ou de estar em público mas ele é com a própria vida.





J: E o que Maria (Nossa Senhora) significa pra você?


R: Maria, é minha Rainha, minha Intercessora, que ela é uma mulher incrível em toda a sua história e ela é em minha vida, mas de tudo que eu já passei, de todas as experiências que eu vivi juntamente com Nossa Senhora, eu tenho Maria como minha amiga, como minha companheira, como aquela que eu posso contar, posso conversar, como mãe também que eu posso pedir um colo e dizer "Nossa Senhora, eu preciso de um colo hoje pra deitar... Nossa Senhora, não tá dando certo aqui, me ajuda...". Eu tenho Nossa Senhora como uma amiga e uma companheira pra mim.

J: E dos temas que você prega, Nossa Senhora é o seu favorito ou tem outros também?


R: Independente do tema que é proposto pra que eu pregue não tem como eu pregar sem que eu leve Nossa Senhora junto, porque de toda história da igreja, toda história que a gente já conhece, Maria sempre esteve presente tanto na história como na vida de cada um, então não tem como eu falar de Jesus sem falar de Maria e de diversos outros temas.

J: E o que o JORRES significou pra você?


R: O JORRES significou pra mim um período de muita experiência, de muita formação também, foi dentro do JORRES que eu aprendi a conduzir um encontro. Eu lembro que faziam todo quinto sábado do mês que os próprios membros do grupo conduzissem o grupo de jovens, e eu lembro que o Fernando era coordenador na época e ele pediu pra que eu conduzisse e a Larissa pregasse nesse encontro (que neste exato momento está me maquiando... rsrs) e eu estava muito nervosa porque nunca tinha pego num microfone pra falar assim e a Larissa também estava porque iria pregar e era uma simplicidade e uma inocência imensa pra pedir a Deus que conduzisse...
E o JORRES deixou marcas em mim e no meu coração, igual o Pe. Fábio de Melo diz "Marcas que são do eterno", marcas que vou levar pra sempre, marcas que foram boas diante de tudo que a gente já viveu, das dificuldades, das alegrias mas o que sempre vai prevalecer em mim é daquilo que o próprio Deus semeou na minha vida, na minha história através do JORRES.

J: Você sente saudades?


R: Sim, sinto saudades do JORRES, sinto saudades de participar, de estar com o grupo de jovens em si sendo JORRES, só que aos sábados eu não consigo mais estar devido as pregações que costumam ser no horário do grupo mas não que isso me empeça de ser JORRES, é igual a Larissa fala "a gente é JORRES para sempre" mesmo que a gente não esteja lá, porque a gente leva o JORRES dentro da gente. Eu sinto falta de estar nos encontros e nos momentos de oração.

J: E sua vida pessoal?


R: Atualmente eu faço curso de Jornalismo, vou para o terceiro ano com a graça de Deus, eu espero me formar, ser uma pessoa bem realizada na minha profissão, assim como qualquer outra pessoa deseja eu espero muitas e muitas coisas na minha vida tanto na área pessoal como na área profissional e na área espiritual também, porque eu acredito que a gente precisa viver um dia de cada vez e eu tenho vivido uma dia de cada vez na minha vida e o resto eu coloco nas mãos de Deus e que Deus guie os meus passos. 
Estou trabalhando com meu pai na imobiliária... e é isso. (risos)

J: Você dedicou um tempo da sua vida a música. O que você achou desse período?


R: Tem momentos na nossa vida que a gente ama tanto a Deus e a gente quer servir tanto a Deus que a gente quer fazer de tudo e de todos, o JORRES me ensinou a lavar uma louça, o JORRES me ensinou a conduzir um grupo de oração, me formou para que um dia eu pudesse preparar uma pregação e inclusive também o JORRES me impulsionou a cantar só que eu tentei muitas e muitas vezes e eu percebi que Deus deu um dom pra cada um e eu percebi que eu não tinha o dom de cantar. Acho muito lindo quem canta, acho muito lindo o ministério de música só que hoje eu percebi que eu não tenho esse dom, não. (risos) 

J: Deixe sua mensagem para os JORRES





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Edição, Redação, Fotos e Idealização: Ministério Jorres de Comunicação

Deus abençoe a todos os nossos leitores, ;D



2 comentários:

  1. Parabéns minha querida amiga
    pelo testemunho lindo
    e por ser esta pessoa que fala o que tem no coração a verdade da palavra do SENHOR JESUS

    Te amo muito você sabe

    Edvan

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  2. Parabéns Renata, por deixar Deus agir na sua vida. Ele tem muito mais para você.
    Parabéns ao Jorres por ser a voz da juventude na Comunidade Maria Mãe da Igreja.
    Abraços,
    Sandovaldo

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